Família Campanha dos Devotos

Parabéns a todas as Mães do Brasil!

Ela é como um anjo: canta e sorri a cada novo dia.

Com muita paciência e carinho te ensina a falar e andar.

Juntou suas mãos à beira da cama e te ensinou a rezar.

Por mais que tenhamos 30, 40, 50 anos, sempre seremos suas eternas crianças.

Defende você a todo custo, mesmo que para isso signifique arriscar sua própria vida.

A esse anjo, nós chamamos de MÃE.

Esta é uma homenagem da Campanha dos Devotos a todas as mães do Brasil. 

Jingle da Campanha dos Devotos: De Mãos Dadas

Olá! 

Você sabe o que é  um Jingle?

Você sabe como um Jingle é produzido? E para que ele serve?

Saiba mais no Santuário em Ação especial Jingle da Campanha dos Devotos: De Mãos Dadas!

Cante conosco o Jingle da Campanha dos Devotos!

De mãos dadas vamos mais além

Uma família unida em oração

Pra fazer o bem sem olhar a quem

Inundar de amor cada coração

Na Casa da Mãe que amamos tanto

Nossa doação se multipilicará

Nós somos devotos entoando um canto

Levando esperança a quem precisar

Doe, se doe, se entregue, se alegre

Sob o Manto da Mãe Aparecida

Nos dê a mão, participe, celebre

Campanha dos Devotos

Graça e Luz em sua vida

Jingle da Campanha dos Devotos: De mãos dadas

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Olá! 

Você sabe o que é  um Jingle?

Você sabe como um Jingle é produzido? E para que ele serve?

Saiba mais no Santuário em Ação especial Jingle da Campanha dos Devotos: De Mãos Dadas!

Cante conosco o Jingle da Campanha dos Devotos!

De mãos dadas vamos mais além

Uma família unida em oração

Pra fazer o bem sem olhar a quem

Inundar de amor cada coração

Na Casa da Mãe que amamos tanto

Nossa doação se multipilicará

Nós somos devotos entoando um canto

Levando esperança a quem precisar

Doe, se doe, se entregue, se alegre

Sob o Manto da Mãe Aparecida

Nos dê a mão, participe, celebre

Campanha dos Devotos

Graça e Luz em sua vida

 

Novo jingle da Família Campanha dos Devotos

Revista de Aparecida – 10 anos evangelizando o Brasil

 

 

 

 

 

 

 

Em abril a Revista de Aparecida comemora 10 anos.

Durante este tempo, construímos um relacionamento pautado na fidelidade daqueles que, por meio da Campanha dos Devotos, apoiam as obras evangelizadoras, de infraestrutura e sociais mantidas pelo Santuário Nacional.

Para comemorar esta década de história e amizade com os integrantes da Campanha dos Devotos, produzimos uma edição especial e algumas surpresas para os leitores.

Acompanhe aqui no blog e também no blog Campanha dos Devotos, a partir de amanhã, as novidades.

Continue conosco nesta caminhada de fé e esperança porque ainda temos muito a fazer para anunciar a Boa Nova do Evangelho, que é Jesus Cristo!

Casa do Ouro

 

 

 

Na Casa do Ouro, situada dentro do  Museu Nossa Senhora Aparecida, localizado na Torre Brasília, estão dispostas as peças de ouro doadas ao Santuário Nacional como agradecimento por alguma graça conseguida pela intercessão de Nossa Senhora Aparecida.

O local que recebeu melhorias. Foram colocadas novas vitrines, com nova composição da distribuição das peças, artisticamente colocadas em formato de bordados, evocando no visitante o sentimento de introspecção. Pe. Darci mencionou a importância da simbologia da Casa do Ouro.

“Esse é um local muito importante no Santuário Nacional. O ouro é algo que a traça não come e o ouro não corrói, como a nossa importância para Deus. Neste local está materializada a fé das pessoas em Deus que, acreditando na sua misericórdia, e nas graças concedidas pelas mãos da Senhora Aparecida, agradecem com aquilo que têm, materialmente, de mais valioso”, disse o reitor.

Sobre as doações, padre Darci recordou a primeira delas: a coroa da Imagem de Nossa Senhora Aparecida, ofertada pela princesa Isabel, em agradecimento à uma graça alcançada, que era a de conceber filhos.

“Temos aqui agradecimentos materializados em forma de joias das mais diferentes pessoas, dos mais simples àqueles que, como a princesa Isabel e os papas que por Aparecida passaram, expressaram seu agradecimento à Senhora Aparecida”, disse.

O Museu de Nossa Senhora Aparecida é aberto à visitação, nos seguintes horários: segunda a sexta-feira das 9h às 17h, aos sábados das 7h às 17h30 e domingos das 7h às 16h.

Os espaços do Santuário Nacional são inspirados no lema do Santuário ‘Acolher bem também é evangelizar’, e são possíveis graças às doações generosas daqueles que fazem parte da família Campanha dos Devotos.

 Faça parte você também! Clique aqui e ajude as obras de construção e evangelização do Santuário Nacional.

 

Parabéns mulheres!

Por Luciana Mendes

 

As mulheres e suas conquistas

 Durante muito tempo os valores morais impostos às mulheres dificultaram a luta pelo direito de igualdade. Ao longo da história, elas foram subjugadas às vontades dos homens e aos diversos modos de discriminação, mas se uniram para buscar seus direitos ao seu trabalho e à sua vida.

Este mês comemoramos o Dia Internacional da Mulher, data lembrada pelo ápice da discriminação contra a classe feminina.

Em 8 de março de 1857, 130 trabalhadoras de uma fábrica têxtil de Nova Iorque (EUA) foram queimadas vivas após reivindicarem a diminuição da carga de 16 horas para 10 horas de trabalho diário e salários iguais aos dos homens, que na época ganhavam três vezes mais executando a mesma função.

No Brasil, durante o governo do presidente Getúlio Vargas, com a reforma da Constituição, em 1932, as brasileiras ganharam os mesmos direitos trabalhistas que os homens, conquistaram o direito ao voto e aos cargos políticos dos poderes Executivo e Legislativo. Em1988 aConstituição Federal concedeu a igualdade jurídica entre homens e mulheres.

Outra conquista feminina foi a Lei Maria da Penha, em vigor desde 22 de setembro de 2006, garantindo punições àqueles que praticarem violência doméstica contra mulheres e crianças.

O espaço feminino na sociedade tem sido demonstrado pela participação da mulher em todos os setores sociais. A independência foi conquistada, mas a mulher moderna pode se sentir sobrecarregada por não ser a supermulher e ter de conquistar excelência como profissional, mãe e esposa, além de manter-se bonita, atraente e bem humorada.

Comparado ao tipo de vida de nossas bisavós, avançamos muito e conquistamos a liberdade. Entretanto, o que temos hoje é o desafio de conciliar todos os afazeres e as obrigações familiares e sociais, e ainda encontrar tempo para ser feliz.

 

 

No mundo do Antigo Testamento e também nos tempos de Jesus, a mulher era quase uma prisioneira: quando menina ou moça vivia sob as ordens do pai e, depois de casada, sob o domínio do marido.

Se existiam impropriedades com relação à mulher-e existiam! – o chamado de Maria de Nazaré para uma responsabilidade de decisiva importância na realização do projeto divino de salvação contrariou as injustas concepções do mundo antigo.

Em sua pequenez de mulher, em sua época, Deus a proclamou “Bendita”, a cheia de graça, enaltecendo a dignidade de todas as mulheres (Lc 1.28).

Jesus era ajudado por mulheres em suas andanças missionárias, ainda que essa prática fosse estranha para a época, pois juntamente com os pobres e estrangeiros e doentes, elas eram excluídas pela sociedade de então. Por exemplo, é de se ressaltar a presença de Maria Madalena junto a Jesus. A tradição a consagrou  como a maior das pecadoras, e ela foi a primeira testemunha  da ressurreição do Senhor (Lc 24,10).

Lembramos ainda , entre tantas outras, as mulheres  no caminho do calvário, enfim, os relatos dos quatro  evangelistas -Mateus, Marcos, Lucas e João – são  pródigos em suas narrativas sobre a atuação feminina.  Nos séculos seguintes, nesses mais de 2 mil anos da fé cristã, muitas mulheres deixaram exemplos de heroísmo e de grande protagonismo.

Benditas sejam as mulheres!

Parabéns mulheres, que Deus as abençoe sempre!

 

Sob o manto da Mãe

 

 Pe. Darci Nicioli, C.Ss.R.

 

Diz a história, narrada em crônica nos idos de 1717, que os pescadores d’Aparecida labutavam num “rio pobre” – Parayba –, em busca de peixes, e sem sucesso, apesar das muitas tentativas com as redes.

 

O êxito da pesca abundante aconteceu após encontrarem a imagem da santa e tê-la envolvida num trapo qualquer, talvez os pobres panos que eles próprios vestiam. Além das mãos calejadas de Felipe Pedroso, aquele fora o primeiro manto que a Virgem Aparecia recebera. Quanta riqueza no gesto carinhoso do pescador…

Carinho também não faltou quando os moradores do povoado construíram um pequeno oratório e se reuniam para rezar aos pés da santinha de barro… Devido ao crescente número de devotos, o filho de Felipe Pedroso, Atanásio, edificou depois uma igrejinha de “pau a pique” na beira da estrada do Itaguaçu. Além das velas e das flores silvestres, a beleza em torno à imagem era a oração daquela gente fiel. A história da santa foi se revestindo com o manto da fé…

O “tesouro” encontrado no rio foi sendo partilhado, e a abundância era mais do que peixes, pois tantas outras necessidades foram saciadas e aconteceram os milagres: as velas acesas sem intervenção humana; a ceguinha de nascença que recobrou a vista; o escravo e o feitor libertos das suas escravidões; o cavaleiro ateu que se sentiu tocado por Deus… E tantas histórias bonitas de fé vestiram de sentido aquela imagem.

No contexto do Brasil imperial, correu a notícia da “santa milagrosa aparecida das águas”, e muitos acorreram: pobres e ricos, gente simples e pessoas abastadas, fiéis ou indiferentes vieram de perto e de longe para reverenciá-la.

Veio também a família real brasileira, a Princesa Isabel e seu consorte, o Conde D’EU. Na oportunidade, apesar da importância dos visitantes, nada indicava para uma representação oficial, mas simplesmente uma família que viera rezar, por ocasião da festa de 8 de dezembro de 1868. Sabe-se que a realeza anos antes pedira à Senhora Aparecida o dom de gerar. Como reconhecimento pela graça alcançada, voltaram à capela d’Aparecida, agora agradecendo os três filhos nascidos. Consta que trouxeram de presente uma coroa de ouro e um manto ricamente ornado. Foi presente de mãe para a Mãe, gesto nobre da realeza para a Rainha… Assim foi com a princesa Isabel e tem sido com tantas outras mulheres. A Mãe bendita continua estendendo o seu manto protetor sobre as famílias, gerando filhos e filhas na fé!

Desde 1750, tem-se o registro desse costume de revestir a Aparecida com manto e coroa, e, assim, a imagem da Virgem Aparecida foi tornando-se ainda mais conhecida e amada. O povo quis representá-la como tal em sua imagem – como Rainha –, pois nela venera a Bendita entre as mulheres, a Serva fiel do Senhor, a Mãe de Deus e nossa.

Como memória dessa história rica de fé e devoção, resolvemos instituir a “Cerimônia do Manto da Mãe”, todo dia 12 de cada mês.

O devoto de Nossa Senhora Aparecida poderá também acompanhar pela TV Aparecida, logo após a Missa de Aparecida, rezando as orações próprias que estão na Revista, na sessão “Deus em minha casa”.

Queremos unir o Brasil inteiro em oração, rezando: “Mãe Aparecida, Senhora humilde de Nazaré, de Jerusalém, de toda a humanidade, que aparecestes nas redes dos pobres pescadores, ensinai-nos a servir sempre e em primeiro lugar. Mãe Aparecida de cor morena, cor que nos traz à memória a realidade da triste escravidão, libertai também os que hoje são oprimidos e escravizados pelas drogas, pela violência e pela falta de dignidade de vida. Mãe Aparecida, ao revestir-vos com o novo manto, revesti-nos com o amor divino, com o amor da encarnação do vosso Filho Jesus, com a mesma esperança com que vós vivestes”.

Oportunamente, como presente pela Campanha da Cúpula – “Graça e Luz em sua vida” –, todos receberão uma parcela do “manto da Mãe” para colocá-la na “capela pessoal”, expressão da devoção à Senhora Aparecida.

Aproximando-nos de tão belo, singelo e nobre sinal, deixemo-nos tocar pelo mais belo amor, Jesus, o Filho de Maria, nosso Redentor.

Pedindo a intercessão da Mãe Aparecida, digamos: “Sob o teu manto, do azul do céu, guardai-nos sempre no amor de Deus”.

Assim seja!

 

 

Acolhimento e conforto

 

 

Vista aérea do Centro de Eventos Pe. Vítor Coelho de Almeida e Centro de Apoio ao Romeiro

Várias são as obras em andamento no Santuário Nacional de Aparecida.

C0m o apoio e fidelidade dos integrantes da Campanha dos Devotos podemos  contar com mais um importante espaço, o Centro de Eventos Pe. Vítor Coelho de Almeida, um espaço multiuso, preparado para a realização de Encontros, Congressos, Shows, Eventos Esportivos,  Teatro e apresentações musicais, além de grandes romarias que anualmente vem a Aparecida.

Ao concluir o Centro de Eventos, o Santuário Nacional realiza sua missão de oferecer aos visitantes a infraestrutura necessária para que tenham  conforto, segurança e tranquilidade em suas romarias.    O local conta ainda com um amplo bulevar com diversos conjuntos sanitários. Tudo isso está localizado junto ao Centro de Apoio ao Romeiro, com segurança, estacionamento nas margens da Rodovia Presidente Dutra.

Este é mais um presente da Família Campanha dos Devotos a todos os fiéis devotos de Nossa Senhora Aparecida.

 

 

 

 

Revista de Aparecida edição de março

Amigos leitores!

Iniciamos mais um mês e com ele temos a edição da Revista de Aparecida de março, que nos apresenta como tema principal a  Quaresma, tempo de reflexão e preparação para a Páscoa. Que possamos nos purificar e trilhar o caminho do amor e da paz entre os irmãos. Esta edição tem o objetivo de levar até os Devotos da Mãe Aparecida, palavras edificantes, que sirvam de alimento espiritual para sua vida.

Estamos vivendo um ano de Graça e Luz, e temos muito a agradecer a Deus e a todos o participantes da Campanha dos Devotos. No mês passado,  inauguramos  mais uma obra importante para o Santuário Nacional, o Centro de Eventos Pe. Vítor Coelho de Almeida, com capacidade para mais de 8 mil pessoas. Essa conquista é apresentada com mais detalhes na página de

Santuário em Ação, escrita pelo Pe. Luiz Cláudio Alves de Macedo, administrador do Santuário Nacional.

Em Palavra do Reitor, Pe. Darci Nicioli faz uma viagem no tempo, iniciada em 1717, quando a pequenina imagem de Nossa Senhora foi encontrada no Rio Paraíba do Sul, para nos falar sobre o Manto da Mãe Aparecida.

O entrevistado desta edição é o Secretário Geral da CNBB, Dom Frei Leonardo U. Steiner, que nos fala sobre a Saúde Pública no Brasil, tema que está sendo discutido pela Campanha da Fraternidade deste ano. Dom Leonardo ressalta a importância da atuação da comunidade para a implantação de mudanças nessa área.

O texto de Reflexão, do Pe. Ferdinando Mancílio, nos convida a refletir sobre a penitência verdadeira que nos conduz à conversão. Ele também nos fala sobre o amor incondicional de Deus por nós. Esperamos que esta edição seja motivo de alegria e informação em sua casa.

Sempre que possível, visite o Blog da Revista de Aparecida, envie-nos sua sugestão e opinião sobre esta publicação. Esperamos sua participação.  Desejamos um ano de Graça e Luz em sua vida.

Compartilhe conosco sua opinião sobre esta edição aqui no blog. Esperamos por você!

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