Sede da sabedoria… Arca da Aliança… Casa de Ouro…

Tudo em Nossa Senhora conduz a Jesus, e por Ele à Santíssima Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo. Assim devemos entender os muitos títulos honrosos atribuídos a Maria e as invocações dirigidas a ela nas ladainhas.
No Santuário Nacional, a Casa da Mãe Aparecida, não poderia ser diferente. Mas, além das celebrações, cantos, procissões, novenas, litanias, tivemos a intuição de reservar um espaço singular, particularmente devocional, para cantar louvores a Maria. Demos a esse lugar o significativo nome de Domus Aurea ou “Casa de Ouro”.
Essa invocação é atribuída a Maria e o motivo nós o encontramos no próprio Evangelho: …“E o Verbo de Deus se fez carne e habitou no meio de nós” (Jo 1,14). Foi o ventre da Virgem o espaço mais nobre onde Deus construiu sua morada na terra dos homens. Daí: Maria é “Casa de Ouro”!
Todo o espaço no Santuário Nacional é concebido para evangelizar, assim também entendemos ser a Domus Aurea. Nela vemos materializados os agradecimentos em forma de joias, de diferentes materiais e procedências, dos mais simples àqueles que, como a princesa Isabel e os Papas que tiveram alguma relação com Aparecida – nomeadamente Paulo VI, João Paulo II e Bento XVI –, expressam sua devoção e reconhecimento à Senhora Aparecida.
Cada joia oferecida, cada objeto doado, é expressão de relação com Deus e gesto de profundo agradecimento, que brota do coração daquele que pediu e foi agraciado. O objeto doado como um “ex-voto” fala da confiança do doador na misericórdia de Deus e das muitas graças concedidas pela intercessão da Senhora Aparecida. É prece que brota do coração e se expressa naquilo que o fiel tem, materialmente, de mais valioso.
A Domus Aurea é de grande significado para a Casa da Mãe. Aqui trazemos nossas necessidades, nossos pedidos, nos encontramos com Deus na certeza de que Ele nos acolhe… E o fazemos, simbolicamente, pelas mãos de Nossa Senhora Aparecida. E depois voltamos para agradecer, para dizer: Muito obrigado! Isso acontece por meio de uma oração, pela própria presença do fiel agraciado ou, generosamente, por uma doação.
Assim, a “Casa de Ouro” está repleta de objetos que dizem do agradecimento, dos dons e das graças e de tudo o que Deus faz por seus amados. Aliás, um presente de ouro que Nossa Senhora Aparecida recebeu foi a coroa entregue pela princesa Isabel: de rainha para a Rainha, de mãe para a Mãe das Mães, de mulher para a Bendita entre todas as mulheres.
Generosidade! Virtude que vemos aqui praticada todos os dias, e a Domus Aurea é a expressão artística dessa verdade. A necessidade daquele que tem fé encontra-se com a imensa bondade divina, que nunca desampara os que a Ele recorrem. Ainda mais se o pedido é reforçado por sua Santa Mãe… É como uma capela adornada de amor e gratidão, onde se sente como Deus é bondade, compaixão, misericórdia… Essa é a maior riqueza da “Casa de Ouro” do Santuário Nacional.
A Campanha dos Devotos é a patrocinadora de todas as obras desta casa e, agora, ajudou também a reestruturar este espaço de grande valor afetivo e devocional. São devotos também aqueles que ofertaram milhares de joias que ali estão expostas. Por isso, é tudo Família Campanha dos Devotos, a quem dizemos: Muito Obrigado!
O Museu de Nossa Senhora Aparecida, localizado na grande Torre Brasília, no Santuário Nacional, está aberto à visitação, nos seguintes horários: segunda a sexta-feira, das 9h às 17h; aos sábados, das 7h às 17h30, e domingos das 7h às 16h. Acesso pelos elevadores.
Venha viver essa emoção! Venha dar louvores a Maria, à Virgem Aparecida! Seja bem-vindo!

A Bíblia proíbe imagens?

O Antigo Testamento não proíbe imagens em si mesmas, mas só aquelas representações falsas que servem como ídolos. Condena a idolatria como desvio da fé autêntica: “Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem de escultura, nem figura alguma do que há em cima no céu, e do que há embaixo na terra, nem do que há nas águas debaixo da terra. Não adorarás tais coisas, nem Ihes prestarás culto; eu sou o Senhor teu Deus forte e zeloso, que vinga a iniqüidade dos pais nos filhos, até à terceira geração e quarta geração daqueles que me odeiam; e que usa de misericórdia até mil (gerações) com aqueles que me amam e guardam os meus preceitos” (Êx 20,3-6; cf. Dt 5,7-10; Lv 19,4;Nm 25,1-18).

Homilia do dia 24/04/2012

Meu Irmão e minha Irmã, paz!

Acompanhem a mensagem que deixei aos fieis na celebração das 18h do dia 24 de abril, na Matriz Basílica.

 

Homilia do dia 17/04/2012

Gente boa, paz e bem!

Acompanhem a homilia da celebração das 18h do dia 17 de abril, na Matriz Basílica.

 

Qual a diferença entre imagem e ídolo?

Nossa Senhora do Perpétuo Socorro

O ídolo é um falso deus, inventado pelo ser humano. É uma criatura, objeto ou idéia, que se coloca no lugar de Deus. Diferente do ídolo, a imagem é uma lembrança de uma realidade que existe de fato. Assim, a imagem de um santo não é o santo, mas significa sua pessoa e nos faz recordar dela.
Segundo o Catecismo da Igreja Católica, “foi fundamentando-se no mistério do Verbo encarnado que o Sétimo Concílio Ecumênico,
em Nicéia (787), justificou, contra os iconoc1astas,o culto dos ícones: os de Cristo, mas também os da Mãe de Deus, dos anjos e de todos os santos…” (parágrafo 2131).