Gente boa, paz e bem!
Acompanhem a reflexão que deixei aos fieis na missa das 18h do dia 28/01/2012.
Abraço fraterno,
P. Darci
Gente boa, paz e bem!
Acompanhem a reflexão que deixei aos fieis na missa das 18h do dia 28/01/2012.
Abraço fraterno,
P. Darci
Meu Irmão e minha Irmã, a paz do Senhor!
Acompanhem a homilia da celebração das 18h do dia 8 de janeiro, no Santuário Nacional de Aparecida.
Abraço fraterno,
Pe. Darci
Meus Irmãos e minhas Irmãs, paz!
Assistam a reflexão que deixei aos fiéis na missa das 18h do dia 20 de dezembro na Matriz Basílica.
Abraço fraterno,
P. Darci
O ato de fazer festa é tão antigo quanto a humanidade. Celebrar é uma maneira de aprovar e confirmar o que nos é importante e não deve ser esquecido. Por mais variados que sejam os motivos e as formas das festas, trata-se sempre de celebrações de acontecimentos notáveis, dignos de serem lembrados e agradecidos.
Depois da experiência do acontecimento de Cristo ressuscitado, nada mais lógico que a Páscoa projetasse sua luz sobre todas as festas da Igreja e se tornasse, por sua vez, o objeto central das celebrações do cristianismo. O mistério pascal cristão foi celebrado primeiramente aos domingos, como páscoa semanal, até que se introduziu a festa da Páscoa da Ressurreição como Páscoa anual.

Mas a vivência da fé exigiu novos desdobramentos do tema fundamental da Redenção. Assim, a evolução histórica das festas cristãs passou a incluir também outros acontecimentos da vida de Cristo, desde a encarnação até a glorificação e sua segunda vinda, no final dos tempos.
O vasto calendário das festas religiosas, engenhosamente construído pela Igreja, tem um único objetivo: que a comunidade celebrante perceba o poder triunfador da Páscoa de Cristo, razão central da nossa fé. Incluem-se aqui as celebrações de Nossa Senhora e as memórias dos mártires e santos, em cujas vidas manifestou-se o Senhor ressuscitado.
Nesse contexto, no terceiro domingo do mês de julho, os redentoristas festejam o Santíssimo Redentor como uma celebração própria da Congregação. O fundador, Santo Afonso Maria de Ligório, quis os seus “filhos espirituais” plenamente identificados com o Cristo redentor da humanidade, com as mesmas atitudes e os mesmos sentimentos Dele. Nossa vocação é continuar a presença de Cristo e sua missão de redenção no mundo, pregando a Palavra de Deus aos pobres e mais abandonados. Daí o nome que nos distingue: Missionários do Santíssimo Redentor – Redentoristas!
Qual o sentido da festa do Santíssimo Redentor?
O mistério da Redenção começa com a Encarnação de Cristo, se realiza em plenitude na Páscoa e se perpetua na Eucaristia. No Natal, quando o céu e a terra se encontram, ganhamos de Deus o maior de todos os presentes: seu divino Filho se fez um de nós para que Nele nós fossemos mais! Na Páscoa, naquela noite em que Jesus rompeu o inferno e ressurgiu vencedor da morte, proclamamos: de que nos valeria ter nascido, se Ele não nos resgatasse em seu amor? Ainda, como cantamos na liturgia pascal: “ó culpa tão feliz que há merecido a graça de um tão grande Redentor!” Celebramos Jesus Cristo no seu mistério de Redenção. Celebramos não somente como um fato histórico, mas em seu sentido intrínseco: o amor do Pai que nos deu seu Filho único e o amor do Filho que, obediente ao Pai, entregou-se pela salvação de todos. Em Cristo o Pai quis restaurar todas as coisas, assim o amor do Pai pelo Filho nos atinge, nos resgata.
Na festa do Santíssimo Redentor, pela celebração litúrgica, nós nos aproximamos desse mistério do Redentor para em Cristo, com ele e por ele, dar graças ao Pai e implorar: “Continuai em nós, Senhor, a obra que iniciastes”.
Assim seja. Amém!
Pe. Darci Nicioli, CSsR
Uma vez iniciada, a história da humanidade se encontra em franco progresso. O homem e a mulher ao longo dos séculos, com espírito inquieto, vão construindo essa história. Mas não estamos sozinhos nessa aventura criativa. Deus é presença em nossa vida e sabemos que influi no desenvolver da humanidade. Ele é o Senhor da história!
Nesse tempo litúrgico de Pentecostes – manifestação e penetração do Espírito – somos impelidos à reflexão sobre a maneira da presença e ação de Deus no mundo. Como agiu e age Deus na história, antes de Jesus, em Jesus e após a Ressurreição de Jesus?
O Espírito de Deus é Espírito Criador. No início de tudo o “Espírito pairava sobre as águas (Gn 1,2), formou o homem do barro e inspirou-lhe no rosto um sopro de vida (Gn 2,7). Assim, o Espírito é a maneira como Deus se torna presente no mundo, criando o cosmos e a humanidade. No Antigo Testamento o Espírito é a manifestação da bondade, da benevolência e do amor para com a criação; vemos também que o Espírito de Deus opera, dirige e conduz tudo à salvação.
Pelo mistério da Encarnação, o Espírito age em Jesus de Nazaré, ele é o Messias Filho de Deus: “concebido por obra do Espírito Santo” (Mt 1,18). No Novo Testamento o Espírito paira sobre a pessoa de Jesus, nas águas do Jordão (Lc 3,22). Ele é o amor de Deus manifestado ao mundo. Aprendemos com Jesus, por sua vida e ação, o que é o amor e como realizá-lo: curar e consolar os aflitos, respeitar e perdoar, salvar e não condenar, amar e não julgar, libertar os cativos, dar vista aos cegos, enfim consumir-se pelos outros. Esse programa de vida de Jesus torna-se o programa de vida dos cristãos, de todos aqueles que se deixam guiar por seu Espírito.
Deus ressuscita Jesus dos mortos e o constitui Senhor sobre a vida e sobre a morte (Rm 8,14). Agora é Jesus, presente e atuante pelo Espírito quem impulsiona a humanidade e todo ser criado, no sentido de seu contínuo aperfeiçoamento e realização. Todo progresso verdadeiro, para o bem e a felicidade do homem e da mulher, é obra do Espírito de Jesus, trabalhando no mundo.
Tal como falara pela boca dos antigos, os patriarcas e profetas… o Espírito de Deus fala agora pelos sucessores de Jesus, os apóstolos (At 5,29) e pelas comunidades que formam o grupo daqueles que são os depositários especiais do seu Espírito. A vinda do Espírito deu-se em Pentecostes (At 2, 1-14), ali nasce a Igreja de Cristo. Assim, a Igreja se torna o lugar privilegiado da presença do Espírito do Ressuscitado, a família de todos os que aceitam o Cristo na fé. O Espírito de Deus age nessa família mediante o papa, os bispos, os ministros todos, os teólogos e os fiéis leigos.
Mas não é o Espírito que está na Igreja, é a Igreja que está no Espírito. Ela não tem o seu monopólio e o Espírito atua onde e como quer (Jo 3,8). Está presente também nas religiões não cristãs e até fora das religiões. Antes mesmo da chegada do missionário já está presente nas realidades a serem evangelizadas. O Espírito de Deus é vivificante (1Cor 15,45) e todo dinamismo da história está nele: sempre e onde há luta pela justiça e busca da liberdade, quando alguém se dedica à solidariedade e ao amor. Ainda, quando em meio às incompreensões, desavenças, invejas, orgulho, há desinteressados trabalhando pela paz e o bem comum… Sinal que o Espírito de Deus está em obra.
É pensar pequeno julgar que o desenrolar da história depende da mera ação humana. Deus é protagonista e, ao mesmo tempo, companheiro nessa empreitada. Ele age na história através do seu Espírito. Homens e mulheres conscientes ou não da sua ação, são instrumentos e parceiros d’Ele nesse trabalho de conduzir a humanidade e o cosmos à plenitude. E o Espírito de Deus nos impulsiona para esta missão.
O Espírito não descansa e não nos deixa descansar enquanto não realizar sua obra completamente, isto é enquanto o Reino de Deus não se tornar realidade na terra dos homens. Deixemo-nos conduzir pelo Espírito e coloquemos mãos à obra, fazendo a nossa parte. Agora é a era do Espírito do ressuscitado.
No próximo mês, precisamente no dia 02 de julho, nos encontraremos para a romaria da FAMILIA CAMPANHA DOS DEVOTOS. Pelos frutos – acolhimento, solidariedade e evangelização – sabemos que a Campanha dos Devotos é obra do Espírito. Venha sentir esse sopro criativo e renovador. Impulsionados pelo Espírito Santo de Deus queremos “construir novo céu e nova terra”: eis a nossa Missão. Participe!
Abraço fraterno do Reitor,
Pe. Darci José Nicioli, CSsR
Jesus permanece conosco para sempre através de sua Igreja, que somos nós, povo de Deus que peregrina na história. É a Igreja-Comunidade, que continua a obra e a mensagem de Jesus no mundo. O que Jesus foi para seu tempo, devemos ser para nossos dias: verdadeiros, justos, fraternos e santos (Mateus 10,1-42; 18,19-20; Marcos 6,7-13; João 21,1-23).
A maior prova do Amor de Jesus pelos homens foi a sua Vida, Sofrimento, Morte e Ressurreição. Pela sua Vida mostrou-os que a fraternidade entre nós é possível; pelo seu Sofrimento e Morte, restabeleceu nossa união com Deus; pela ressurreição, Ele permanece vivo entre nós como Caminho, Verdade e Vida (João 14,1-14; 15,7-17; 20,1-23).
Meu irmão e minha irmã, Paz…
O mês de setembro nos traz o sublime convite para estarmos atentos à Palavra de Deus. Jesus, à margem do lago de Genesaré, lança o firme convite para seus discípulos: “Avançai para águas mais profundas, e lançai vossas redes para a pesca”. Essa palavra se realiza, pois eles assumem com coragem a missão de anunciar o Reino de Deus ao mundo. No seguimento de Cristo e na vivência da mesma fé, somos hoje os responsáveis pela chegada da Palavra libertadora de Cristo ao coração humano.
Meditemos o Evangelho de hoje:
Naquele tempo, Jesus estava na margem do lago de Genesaré, e a multidão apertava-se a seu redor para ouvir a palavra de Deus. Jesus viu duas barcas paradas na margem do lago. Os pescadores haviam desembarcado e lavavam as redes. Subindo numa das barcas, que era de Simão, pediu que se afastasse um pouco da margem. Depois sentou-se e, da barca, ensinava as multidões.
Quando acabou de falar, disse a Simão: “Avança para águas mais profundas, e lançai vossas redes para a pesca”. Simão respondeu: “Mestre, nós trabalhamos a noite inteira e nada pescamos. Mas, em atenção à tua palavra, vou lançar as redes”. Assim fizeram, e apanharam tamanha quantidade de peixes que as redes se rompiam. Então fizeram sinal aos companheiros da outra barca, para que viessem ajudá-los. Eles vieram, e encheram as duas barcas, a ponto de quase afundarem.
Ao ver aquilo, Simão Pedro atirou-se aos pés de Jesus, dizendo: “Senhor, afasta-te de mim, porque sou um pecador!” É que o espanto se apoderara de Simão e de todos os seus companheiros, por causa da pesca que acabavam de fazer. Tiago e João, filhos de Zebedeu, que eram sócios de Simão, também ficaram espantados. Jesus, porém, disse a Simão: “Não tenhas medo! De hoje em diante tu serás pescador de homens”. Então levaram as barcas para a margem, deixaram tudo e seguiram a Jesus.
Deus nos fala
Eis a descoberta que devemos fazer a cada dia: Somos de Cristo, e Cristo é Deus e a Ele pertencem todas as coisas. Avançar para as águas mais profundas é abrir-se à realidade da humanidade hoje, e a ela dar nossa resposta de fé cristã.
Cfr Deus Conosco (Editora Santuário).
Essas são Palavras da Salvação!
Fique em paz.
Meu irmão e minha irmã,
Disponibilizo aqui o Evangelho de hoje.
Faço a você, novamente um convite: vamos meditar e rezar…
Elevemos nossas preces a Deus Pai, que revelou seu amor a nós em seu Filho Jesus Cristo, e supliquemos: Dai-nos, Senhor, vossa luz e vossa misericórdia
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos esta parábola: “O Reino dos Céus é como a história das dez jovens que pegaram suas lâmpadas de óleo e saíram ao encontro do noivo. Cinco delas eram imprevidentes, e as outras cinco eram previdentes.
As imprevidentes pegaram as suas lâmpadas, mas não levaram óleo consigo. As previdentes, porém, levaram vasilhas com óleo junto com as lâmpadas. O noivo estava demorando e todas elas acabaram cochilando e dormindo. No meio da noite, ouviu-se um grito: ‘O noivo está chegando. Ide a seu encontro!’ Então as dez jovens se levantaram e prepararam as lâmpadas. As imprevidentes disseram às previdentes: ‘Dai-nos um pouco de óleo, porque nossas lâmpadas estão se apagando’.
As previdentes responderam: ‘De modo nenhum, porque o óleo pode ser insuficiente para nós e para vós. É melhor irdes comprar aos vendedores’. Enquanto elas foram comprar óleo, o noivo chegou, e as que estavam preparadas entraram com ele para a festa de casamento. E a porta se fechou. Por fim, chegaram também as outras jovens e disseram: ‘Senhor! Senhor! Abre-nos a porta!’ Ele, porém, respondeu: ‘Em verdade eu vos digo: Não vos conheço!’ Portanto, ficai vigiando, pois não sabeis qual será o dia, nem a hora”.
Deus nos fala
Para a sabedoria humana a cruz é um absurdo, mas para os que creem ela é poder e sabedoria de Deus. Jesus continua nos falando da vigilância e da escolha daquele que é o Esposo: O Cristo Senhor.
Cfr Deus Conosco (Editora Santuário).
Essas são Palavras da Salvação!
Um excelente final de semana.
Disponibilizo aqui o Evangelho de hoje.
Vamos meditá-lo e rezar, pois, reforço que toda a Escritura é inspirada por Deus e é útil para ensinar, convencer, corrigir e educar…
Naquele tempo, disse Jesus: “Ai de vós, mestres da Lei e fariseus hipócritas! Vós sois como sepulcros caiados: por fora parecem belos, mas por dentro estão cheios de ossos de mortos e de toda podridão! Assim também vós: por fora, pareceis justos diante dos outros, mas por dentro estais cheios de hipocrisia e injustiça.
Ai de vós, mestres da Lei e fariseus hipócritas! Vós construís sepulcros para os profetas e enfeitais os túmulos dos justos, e dizeis: ‘Se tivéssemos vivido no tempo de nossos pais, não teríamos sido cúmplices da morte dos profetas’. Com isso, confessais que sois filhos daqueles que mataram os profetas. Completai, pois, a medida de vossos pais!”
Deus nos fala
É preciso esforçar-se para que participemos da festa da eterna liberdade no Cristo ressuscitado. O puro formalismo gera hipocrisia, e há aí o afastamento do Reino de Deus.
Cfr Deus Conosco (Editora Santuário).
Essas são Palavras da Salvação!
Fique em paz.