A12

Quem semeia ventos colhe tempestades

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Certa vez, um casal, após a lua de mel, foi morar na nova casa. Tudo era bonito, maravilhoso. A mulher lutava nos afazeres domésticos, entre cantigas e saudades do marido, que ia para o serviço aquecido pelo seu beijo carinhoso. Quando ele voltava, pressuroso e alegre, o cachorro, estranhando ainda o novo dono, recebia-o com latidos e mostrando os dentes, enquanto ela se apressava em vir com os chinelos para ele descansar os pés doloridos.

Os anos se passaram e os primeiros encantos também. A vida do casal entrou pela crise da rotina. Ela continuava lutando na casa, rodeada de filhos, e ele, como sempre, trabalhando na oficina. Com uma diferença: Quando ele chegava do serviço, ela o recebia de cara fechada, enquanto o cachorro corria ao seu encontro, com o par de chinelos na boca.

Intrigado, o homem foi consultar um famoso sábio e orientador de casais.

- Mestre, não entendo o que está acontecendo no meu casamento. Nos primeiros meses de casado, minha mulher me recebia todos os dias com os chinelos na mão para eu descansar os pés, e nosso cachorro me mostrava os dentes. Hoje acontece o contrário. O cachorro corre para me entregar os chinelos e a esposa me recebe rangendo os dentes. Como explicar essa mudança de atitudes?

O mestre respondeu:

- Muito simples. Houve apenas troca de papéis. Você começou a tratar bem o cachorro e a maltratar a esposa.

“O amor é paciente, é benfazejo. Não é invejoso, não é presunçoso nem se incha de orgulho... Não leva em conta o mal recebido e não é interesseiro. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acabará” (1Cor 13,4-8).

A família é uma instituição divina. Os esposos são chamados a viver uma espiritualidade característica. O amor conjugal é um caminho para Deus.

(Fonte: Pe. Clóvis de Jesus Bovo)


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