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Evangelho em Libras | 16º Domingo do Tempo Comum – Ano A

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Reflexão: Pe. Luiz Camilo Jr - C.Ss.R

Interprete: Kiara Maria Socuta Quintanilha

16º Domingo do Tempo Comum – Ano A

Evangelho Deus Conosco dia a dia – Editora Santuário

(Mt 13,24-43)

Naquele tempo, Jesus contou outra parábola à multidão: “o reino dos céus é como um homem que semeou boa semente no seu campo. Enquanto todos dormiam, veio seu inimigo, semeou joio no meio do trigo, e foi embora. Quando o trigo cresceu e as espigas começaram a se formar, apareceu também o joio. Os empregados foram procurar o dono e lhe disseram: ‘senhor, não semeaste boa semente no teu campo? Donde veio então o joio? ’
O dono respondeu: ‘foi algum inimigo que fez isso’. Os empregados lhe perguntaram: ‘queres que vamos arrancar o joio?’
O dono respondeu: ‘não! Pode acontecer que, arrancando o joio, arranqueis também o trigo. Deixai crescer um e outro até a colheita! E, no tempo da colheita, direi aos que cortam o trigo: arrancai primeiro o joio e amarrai-o em feixes para ser queimado! Recolhei, porém, o trigo no meu celeiro!’”
Jesus contou-lhes outra parábola: “o reino dos céus é como uma semente de mostarda que um homem pega e semeia no seu campo. Embora ela seja a menor de todas as sementes, quando cresce, fica maior do que as outras plantas. E torna-se uma árvore, de modo que os pássaros vêm e fazem ninhos em seus ramos”.
Jesus contou-lhes ainda uma outra parábola: “o reino dos céus é como o fermento que uma mulher pega e mistura com três porções de farinha, até que tudo fique fermentado”.
Tudo isso Jesus falava em parábolas às multidões. Nada lhes falava sem usar parábolas, para se cumprir o que foi dito pelo profeta: “abrirei a boca para falar em parábolas; vou proclamar coisas escondidas desde a criação do mundo”.
Então Jesus deixou as multidões e foi para casa. Seus discípulos aproximaram-se dele e disseram: “explica-nos a parábola do joio!”
Jesus respondeu: “aquele que semeia a boa semente é o filho do homem. O campo é o mundo. A boa semente são os que pertencem ao reino. O joio são os que pertencem ao maligno. O inimigo que semeou o joio é o diabo. A colheita é o fim dos tempos. Os ceifeiros são os anjos. Como o joio é recolhido e queimado ao fogo, assim também acontecerá no fim dos tempos: o filho do homem enviará seus anjos, e eles retirarão do seu reino todos os que fazem outros pecar e os que praticam o mal; e depois os lançarão na fornalha de fogo. Aí haverá choro e ranger de dentes.
Então os justos brilharão como o sol no reino de seu pai. Quem tem ouvidos, ouça”.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor!

REFLEXÃO
A liturgia deste domingo leva-nos a refletir sobre a clemência de Deus, sua fidelidade, seu amor, sua paciência e perdão para conosco. O tema central presente no evangelho é o reino de Deus, de como ele acontece no meio de nós e qual nossa participação para construí-lo, é o que ensina as parábolas do joio e do trigo; da semente de mostarda e do fermento na massa.
Jesus conta estas parábola para uma multidão de pessoas. As parábolas de Jesus falam do reino dos céus. A parábola do joio e do trigo mostra que aparentemente as pessoas são semelhantes. Somente pelas obras se identifica quem é bom e quem não é bom. Somente na hora da colheita é possível identificar um e outro e eliminar o que não é trigo. Joio e trigo estão por toda parte, até dentro da comunidade. Quando se é radical, querendo eliminar todos os males, corre-se o risco de eliminar pessoas e eliminar também as coisas boas. Além disso, mesmo as pessoas que em certos momentos fizeram o mal podem se converter e mudar de vida. É o que deus nos ensina com sua paciência, clemência e misericórdia.
A parábola da semente de mostarda mostra que, por menor que seja o bem que fazemos, ele pode se tornar grandioso na vida das pessoas e no mundo, quando somado a tantos outros gestos de bondade e solidariedade.
Sobre o fermento na massa, Jesus nos mostra que a prática do bem, mesmo que invisível, tem o poder de transformar a realidade como o fermento transforma a massa, fazendo-a crescer.
Por isso é preciso deixar que o Espírito Santo penetre o intimo dos nossos corações, da nossa vida, e transforme tudo o que há de mal dentro de nós. Com seu auxílio poderemos erradicar o joio que existe dentro de cada um de nós e fazer com que cresça o trigo semeado por Deus para que possamos produzir frutos de amor no mundo. Devemos ser como a semente de mostarda: pequenos na nossa humildade, porém grandiosos no resultado de nossas ações. E fazer tudo em silêncio, transformando o mundo, sem aparecer, pois o que tem que ser visto são os efeitos de nossas obras, como o fermento na massa. Assim, estaremos ajudando a construir o reino dos céus.

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