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Evangelho em Libras: 33º Domingo do Tempo Comum – Ano C

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Reflexão: Pe. Marcelo Magalhães - C.Ss.R
Interprete: Kiara Maria Socuta Quintanilha

Deus Conosco
Editora Santuário

(Lc 21,5-19)
Naquele tempo, 5algumas pessoas comentavam a respeito do Templo que era enfeitado com belas pedras e com ofertas votivas.
Jesus disse: 6“Vós admirais estas coisas? Dias virão em que não ficará pedra sobre pedra. Tudo será destruído”.

7Mas eles perguntaram: “Mestre, quando acontecerá isto? E qual vai ser o sinal de que estas coisas estão para acontecer?”

8Jesus respondeu: “Cuidado para não serdes enganados, porque muitos virão em meu nome, dizendo: ‘Sou eu!’ e ainda: ‘O tempo está próximo’. Não sigais essa gente! 9Quando ouvirdes falar de guerras e revoluções, não fiqueis apavorados. É preciso que estas coisas aconteçam primeiro, mas não será logo o fim”.

10E Jesus continuou: “Um povo se levantará contra outro povo, um país atacará outro país. 11Haverá grandes terremotos, fomes e pestes em muitos lugares; acontecerão coisas pavorosas e grandes sinais serão vistos no céu.

12Antes, porém, que estas coisas aconteçam, sereis presos e perseguidos; sereis entregues às sinagogas e postos na prisão; sereis levados diante de reis e governadores por causa do meu nome. 13Esta será a ocasião em que testemunhareis a vossa fé.

14Fazei o firme propósito de não planejar com antecedência a própria defesa; 15porque eu vos darei palavras tão acertadas, que nenhum dos inimigos vos poderá resistir ou rebater. 16Sereis entregues até mesmo pelos próprios pais, irmãos, parentes e amigos. E eles matarão alguns de vós.

17Todos vos odiarão por causa do meu nome. 18Mas vós não perdereis um só fio de cabelo da vossa cabeça. 19É permanecendo firmes que ireis ganhar a vida!”

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor!

Reflexão

O Evangelho de hoje nos fala da destruição de Jerusalém e do Templo e de como é preciso estar firmes na fé para que possamos não desanimar. O evangelho não está falando do fim do mundo, ou do fim da humanidade, mas de um fim que é novo começo, de um fim que está sempre acontecendo. A destruição narrada nos revela o fim de um sistema opressor.

A realidade do fim deve nos despertar e nos levar a refletir sobre o que importa verdadeiramente, sobre o que fica e o que passa. É tempo de esperança, não de ilusões! Não podemos deixar que bens e construções materiais sejam o centro e a base de nossas vidas, pois ao menor risco de destruição perdemos o sentido da caminhada.

O Evangelho ainda nos traz uma realidade de perseguição, desastres onde a fé será testada e onde a confiança em Deus será decisiva. É Ele que colocará forças e palavras para que sejamos fortes e testemunhas de seu Reino.

A morada, a casa de Deus é a Igreja viva de um Deus Vivo e presente e somos nós as pedras vivas da construção. O verdadeiro Templo sem paredes é feito de cada um de nós, pedras vivas e conscientemente dedicados à causa de Cristo e do Evangelho.

A semente não vingou pois caiu em terreno pedregoso onde lhe faltava umidade e as raízes não foram profundas. Os que acolhem a palavra fazem com alegria. É a perseverança que nos traz salvação!



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