Por Redação A12 Em Notícias Atualizada em 09 MAR 2018 - 14H20

Rádio Aparecida comemorou Dia da Mulher com serviços e bate-papo

Cuidados na saúde, na beleza e no trabalho são destaques do evento

A Rádio Aparecida preparou uma manhã especial às mulheres nesta quinta (8). No espaço externo em frente à Aparecida Lojas, as mulheres da cidade e romeiras aproveitaram dos serviços de salão de beleza como corte de cabelo, acompanhamento rápido pelo SEBRAE, aferição de pressão e diabetes, além de sorteio de brindes.

O programa especial “Rádio Aparecida, uma forma de amar – Mulher”  chamou inspirações femininas para mesa redonda e homenageadas da cidade de Aparecida. Para mediar as conversas, Bete Ribeiro, apresentadora do programa Kombina, foi convidada.

Divididos em três blocos mediados por Bete Ribeiro, os temas abordados falaram sobre diferença salarial, preconceitos e lugar de fala, ou seja, momentos em que o conhecimento da mulher é diminuído perante o do homem; importantes para conhecimento da mulher atual. "A mulher precisa de agrado, precisa se sentir bem no ambiente de trabalho e no lar, mas principalmente precisa do respeito", afirma Bete.

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Jovania, Roseli, Juliana, Mara Lígia e Bete Ribeiro (esq para dir) na mesa redonda "Os desafios da mulher na atualidade"

Segundo dados do IBGE, o salário da mulher comparado ao do homem é 23,5% menor e ocupam apenas 37,8% dos cargos de liderança. “É preciso valorizar a capacidade individual, independente do gênero, no mercado de trabalho. Não é um cenário apenas brasileiro, é a nível mundial”, alerta Jovania.

Roseli, como mecânica, sofreu preconceitos por ser mulher numa área normalmente masculina. “Cheguei a chorar de raiva quando meu chefe me impediu de mexer em um carro depois do pedido de um cliente homem”, conta.

Na advocacia, Mara Lígia apontou para momentos em que há preconceito. “Nós advogadas muitas vezes preferimos juízas a juízes, pois elas muitas vezes irão se sensibilizar no caso, trazendo a alma feminina.” 

Em seguida, foram homenageadas mulheres importantes da área de cultura, educação e religião de Aparecida. Tereza Pasin, Efigênia de Freitas e Francisca Rodrigues dos Santos representaram a força feminina da cidade, da região e de todo o Brasil.

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1 Comentário

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J CARDOSO comentou:

A luta deve sempre continuar, seja na humilhação, sejas na degradação, enfim em todos os sentidos devemos curvar para que ela sempre estejas em alto estima para melhorar o mundo, tudo que temos é pouco, e nada teriamos se não fosse a mulher. Como ja militei na Past Carcerária, aprendi muito as feridas da vida, que ela MULHER traz e não reclama.
Como somos um Pais Mariano, precisamos mais de mulheres assumindo Pastorais e Movimentos para edificar nossa sabedoria.

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