Por Redação A12 Em Missões Atualizada em 03 AGO 2017 - 12H13

Estratégia Missionária

 

 

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A pregação das grandes verdades da fé, hoje, tem um caráter mais pastoral. As Santas Missões vêm modernizando o seu método missionário. Elas são realizadas em varias fases consecutivas, consistindo em um processo de Ação Missionária que tem data certa para iniciar, mas não tem um tempo específico para ser concluído.

Fase por fase, é assim que se desenvolve a Missão Redentorista numa comunidade paroquial. Lembrando sempre que, para que as Santas Missões aconteçam numa paróquia é preciso que haja o convite do pároco e sua integração de forma plena em todas as atividades missionárias propostas. 

Fases das Santas Missões Redentoristas:

1ª Fase – Missão da Visitação (Tempo da Organização): Nesta etapa, a grande comunidade paroquial é dividida em comunidades menores: Comunidade Mãe (matriz), comunidades urbanas (vilas, bairros), comunidades distritais (distritos) e rurais (fazendas, bairros). Essas comunidades, tendo cada uma seu coordenador (chamado coordenador de comunidade), serão, por sua vez, subdivididas em setores de 30 a 40 famílias.

Cada setor terá um coordenador, chamado coordenador de setor. Este formará um grupo de auxiliares; todos, como ele, deverão ser moradores do seu próprio setor. Um sinal dos tempos em que vivemos na Igreja é o aumento do número de paróquias, sobretudo, nas regiões sul, sudeste e centro-oeste, e a diminuição do número de comunidades rurais, pelo esvaziamento dos campos.

2ª Fase – Missão nas Famílias: Nesta fase, o coordenador de setor e seu grupo irão reunindo as famílias pela oração em comum, pela reflexão bíblica e partilha, despertando: amizade, relacionamento, interesse e conhecimento mútuo entre as famílias de seu setor. A Missão nas famílias atinge a todos os ambientes de uma comunidade como casas, apartamentos e até mesmo os condomínios fechados.

3ª Fase – Tempo Forte de Evangelização: “O amor de Cristo nos uniu”. Nas duas primeiras etapas das missões que têm uma duração média de dois meses, os missionários redentoristas se fazem presentes na comunidade paroquial através daquele missionário que coordena as atividades. Há uma presença significativa da irmã missionária que anima a todos e encabeça todos os serviços missionários.

Nessa terceira etapa, o grupo missionário redentorista se faz presente de forma mais intensa em todas as comunidades. O tempo de duração da terceira fase depende do número de comunidades e da quantidade de famílias que integram cada uma delas.

4ª Fase – Pós-Missão, Vida de Igreja, Comunhão: A quarta fase que é chamada de Pós-Missão ou Tempo de Perseverança não tem um prazo fixo para acontecer. Nela, os Coordenadores das comunidades terão uma preocupação: que cada setor se transforme em um “foco de serviço”, num Plano Pastoral Orgânico da comunidade paroquial, criando momentos de ação apostólica no setor, comunidade e paróquia para crianças, jovens, famílias, anciãos, doentes e pobres; em resumo, todos os irmãos e irmãs. 

Foto de: reprodução. 

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Missionário em ação. 

Depois dos ventos renovadores do Concílio Vaticano II, ainda que algumas unidades da Congregação no Brasil tenham deixado de pregar as Missões naquele estilo extraordinário, adotando outras formas de missão, com nova sistemática, alguns elementos vão se clareando, constituindo-se como uma contribuição genuína dos redentoristas a esta forma de Pastoral Extraordinária. Eis algumas destas estratégias enumeradas abaixo:

• A constituição de conselhos missionários em muitas paróquias missionadas;

• A adoção de uma LINHA MESTRA de missão que perpassa todas as fases;

• O uso de dados sociológicos na preparação e organização de uma missão;

• A nucleação de uma paróquia a ser missionada em grupos e comunidades;

• O uso de subsídios de preparação atualizados e adaptados a cada realidade;

• O temário missionário desenvolvido como mística e como ideal;

• A contínua capacitação do grupo missionário através de encontros, cursos, assembleias, jornadas e congressos interprovinciais e intercongregacionais;

• A presença das religiosas missionárias e dos leigos voluntários no processo missionário.

 

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