Comportamento

Sentir atração pelo mesmo sexo é pecado?

Dante Aragón (Arquivo Pessoal)

Escrito por Dante Aragón

22 FEV 2021 - 10H37 (Atualizada em 22 FEV 2021 - 10H56)

shutterstock amigos conversando (shutterstock)

O atual tempo histórico, paganizado, trabalha muito para induzir o ser humano a esquecer quem ele é de fato (imagem e semelhança de Deus), que Deus existe, e que também o diabo e o pecado existem, bem como, após esta vida material, o Céu e o inferno.

Nas questões sexuais, é clara a tentativa de “convencer” as pessoas que o sexo, sob qualquer aspecto, é “direito e liberdade” que não admite qualquer limite. Vale uma breve análise sobre o tema.

Primeiramente, temos que entender a atração de uma pessoa por outra, dentro da interação social, a qual acontece ordinariamente por meio de uma proximidade (que pode resultar em uma amizade ou hostilidade). Mas antes de acontecer a proximidade, a emoção interior na pessoa pode fazer com que brote uma empatia, uma atração pela outra. Este tipo de atração não é pecado, se não incluir nem desejo físico, nem percepções mais subjetivas na linha de uma afetividade com qualquer tipo de caráter sexual: por exemplo, um amigo pode admirar outro, até mesmo o seu físico, sua beleza, mas não da mesma forma que uma mulher admiraria um homem que desejasse namorar.

Leia MaisAmor, sexo e matrimônio: por que esperar?A atração é algo bonito: todos a experimentamos, e começa pelo físico, mas para que seja uma verdadeira atração, tem que acontecer além do físico, a proximidade e o tempo. Numa fração de segundos, nos sentimos atraídos: ou nos atrai ou não nos atrai alguém.

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Ao falar de atração por uma pessoa do mesmo sexo, deve-se, portanto, distinguir uma sintonia, uma empatia forte, de uma atração sensual, sexual, carnal.

E, se chegar a acontecer uma atração física por uma pessoa do mesmo sexo, deve-se procurar com honestidade uma ajuda seja na psicoterapia e/ou direção espiritual, para descobrir qual a causa deste desvio da sexualidade natural, e por outro lado, para lidar com o tema da tentação.

De toda forma, é preciso mais cuidado em proceder não a partir do “Sinto – Atuo – Penso e sim do “Sinto – Penso – Atuo”, para que as emoções confusas não sejam a base de nenhum comportamento que leve ao pecado.

Esta realidade interior de atração por outra pessoa na esfera sensual e sexual só deveria acontecer para com o sexo oposto. Deus criou Adão e Eva e foi claríssimo no seu mandamento de que deveriam se unir e multiplicar, gerando mais filhos para Deus.

Escrito por
Dante Aragón (Arquivo Pessoal)
Dante Aragón

Dante Aragón, nasceu no Perú, é administrador, mestre em psicologia, especialista em antropologia cristã e participa do Movimento de Vida Cristã em Petrópolis (RJ), desde 2003

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