Por Jovens de Maria Em Hallel

Jovens poderão vivenciar a misericórdia de Deus no Hallel Aparecida

Hallel - Misericórdia de Deus

No Hallel Aparecida os jovens terão a oportunidade de se reconciliarem com Cristo. No Módulo Misericórdia diversos sacerdotes estarão a disposição da juventude para confissões e aconselhamentos. Saiba por que é importante a confissão/reconciliação para uma vida plena de fé no artigo do padre Claudio Rodrigues:

A importância da confissão – Reconciliação
O sacramento da Penitência, ou Reconciliação, ou Confissão, é o sacramento instituído por Nosso Senhor Jesus Cristo para apagar os pecados cometidos depois do Batismo. É, por conseguinte, o sacramento de nossa cura espiritual, chamado também sacramento da conversão, porque realiza sacramentalmente nosso retorno aos braços do pai depois de que nos afastamos com o pecado. por isso depois do Batismo não é possível obter o perdão dos pecados mortais sem a Confissão, embora seja possível antecipar o perdão com a contrição perfeita acompanhada do propósito de confessar-se. Mas é de suma importância que todos os pecados mortais cometidos depois do batismo devem ser acusados na Confissão; e para uma boa confissão é necessário: fazer um cuidadoso exame de consciência, arrepender-se dos pecados cometidos e o firme propósito de não cometê-los mais (contrição), dizer os outros pecados ao sacerdote (confissão), e cumprir a penitência (satisfação). E não podemos esquecer que para a validez da confissão é suficiente arrepender-se de todos os pecados mortais, mas para o progresso espiritual é necessário arrepender-se também dos pecados veniais.

A confissão é a manifestação humilde e sincera dos próprios pecados ao sacerdote confessor, mas o que devo confessar?

Devo no exame de consciência lembrar todos os pecados contra os dez mandamentos, em especial se cometi: blasfêmias; se perdi a Missa dominical ou as festas de preceitos sem um motivo sério; tratei mal aos próprios pais ou superiores; matei ou feri gravemente a uma pessoa inocente; procurei diretamente o aborto; procurei o prazer sexual e solitário ou com outras pessoas que não sejam o próprio cônjuge; para os cônjuges, impedi a concepção no ato conjugal; roubei alguma soma relevante, inclusive desviando ou subtraindo no trabalho; murmurei gravemente sobre o próximo ou caluniá-lo; cultivei voluntariamente pensamentos ou desejos impuros; faltei gravemente com o próprio dever; aproximei-me da Sagrada Comunhão em estado de pecado mortal; omiti voluntariamente um pecado grave na confissão, etc… Tudo isso se faz necessário porque o penitente apos a confissão bem feita obtém a reconciliação com Deus e com a Igreja, a recuperação da graça santificante, o aumento das forças espirituais para caminhar para a perfeição, a paz e a serenidade da consciência com uma viva consolação do espírito.

 Frente a tudo isso vemos que a confissão é um meio extraordinariamente eficaz para progredir no caminho da perfeição. Com efeito, além de nos dar a graça “medicinal” própria do sacramento, faz-nos exercitar as virtudes fundamentais de nossa vida cristã. A humildade acima de tudo, que é a base de todo o edifício espiritual, depois a fé em Jesus Salvador e em seus méritos infinitos, a esperança do perdão e da vida eterna, o amor para Deus e para o próximo, a abertura de nosso coração à reconciliação com quem nos ofendeu. Enfim, a sinceridade, a separação do pecado e o desejo sincero de progredir espiritualmente.

A confissão íntegra, por parte do penitente, e a absolvição, por parte do sacerdote que preside o Sacramento e que faz de mediador do julgamento benévolo e regenerador de Deus sobre o pecador, vêm sendo as duas colunas da disciplina do Concílio de Trento até nossos dias, (Código de Direitos Canônicos, Cânon 960).

 

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