Por Rádio Aparecida Em Notícias Atualizada em 04 NOV 2019 - 15H05

Fim de ano pode abrir 44 mil novas vagas de emprego em SP

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O fim de ano está chegando e, com ele, o aumento do número de vagas temporárias: ao menos 44 mil vagas temporárias devem ser disponibilizadas só no estado de São Paulo, segundo previsão da Federação dos Lojistas. As chances estão disponíveis, principalmente, no setor comercial. Mas, em meio a uma pequena queda nas taxas de desemprego, o que muita gente espera é manter o posto de trabalho para o ano que vem.

Na avaliação de Claudio Dedecca, doutor em economia e professor da Unicamp, o prognóstico é incerto e vai depender o aquecimento da economia nos próximos meses.

A taxa de desocupação no Brasil fechou o trimestre móvel - encerrado em setembro - em 11,8%, o que representa 12,5 milhões de pessoas desempregadas. É uma leve queda em relação ao trimestre anterior, quando 12% da população estava sem trabalho. Segundo o especialista em economia do trabalho, apesar da queda, porém, há uma maior precarização dos postos de trabalho.


Com novo corte da Selic, poupança fica negativa frente à inflação

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O Banco Central anunciou o corte em 0,50 ponto percentual na Selic, que passou para 5%, o menor nível da história. Esse movimento tem sido bastante comemorado no mercado, ao mesmo tempo que isso tem tido um impacto bem ruim nos investimentos de renda fixa. Tomando como base a taxa de juros atual de 5%, a rentabilidade de alguns investimentos caiu.

Para se ter uma ideia, quem depositar cerca de R$ 1.000 na poupança, pode ser que tenha que recolher, em 12 meses, R$ 998 reais. Os dois reais de diferença são o que a inflação vai corroer. Daniel Linger, porta-voz da RB Investimentos, explicou por que as rendas fixas não estão mais tão atrativas.

Para aqueles que são mais conservadores, o ideal é buscar as taxas que são intrínsecas aos seus produtos, mas na poupança não tem mesmo o que fazer. Entretanto, em relação a outros fundos, é preciso saber como a taxa está com relação ao mercadoPor isso o especialista disse que é preciso arriscar em classes mais agressivas. Ele citou três fundos como exemplo e a menos favorecida nesse caso, a poupança, é o destino mais procurado pelo brasileiro.

Segundo Pesquisa do SPC Brasil e da Confederação nacional de Dirigentes e Lojistas, dos 74% de poupadores que aplicam em alguma modalidade de investimento, a caderneta de poupança é o principal destino. E dos brasileiros que apostam em investimentos, só 16% procuram diversificar as aplicações.

José Vignoli, educador financeiro do SPC Brasil,  explicou por que não se deve aplicar tudo em uma única fonte de rendimento.


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