Por Ivana Magda Em Notícias

Chia, quinoa, goji berry: eles são mesmo "super alimentos"?

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Um estudo foi realizado pela revista New Scientist, especializada em ciências, para comprovar a eficiência desses alimentos na nossa saúde.

 

Goji Berry

São frutos de uma planta originária da China, onde são utilizados na medicina tradicional, que considera que eles fortalecem o sistema imunológico, estimulam a libido e protegem contra doenças cardiovasculares e câncer.

Há poucos estudos sobre as propriedades das goji berries. A maioria das pesquisas existentes se baseiam apenas em um dos componentes dos frutos, os chamados Polissacarídeos do Lycium barbarum (PLB).

Contém altos níveis de zeaxantina, um pigmento relacionado à prevenção de doenças degenerativas da visão associadas à velhice. A zeaxantina também pode ser encontrada no espinafre, repolho ou pimentões amarelos.

Sobre a vitamina C, as goji berries contêm níveis mais elevados que os mirtilos, mas é possível obter a mesma quantidade em limões ou morangos.

 

Quinoa

Alguns estudos já mostraram que substituir cereais por quinoa pode ajudar a reduzir o colesterol e a perder peso. Esses benefícios são atribuídos a substâncias chamadas saponinas, que atuariam na alteração da permeabilidade do intestino.

Mas ao lavar a quinoa antes do consumo, as saponinas são eliminadas, junto com seus benefícios.

Possui as vitaminas C e E em sua composição, que são poderosos antioxidantes e anti-inflamatórios. O grão ainda se destaca por ser uma fonte importante das vitaminas do complexo B - mais especificamente as vitaminas B1, B2, B3 e B6. Elas são parte essencial para o bom funcionamento do nosso sistema nervoso, manutenção muscular e síntese de hormônios. Não existe uma recomendação certa para o consumo diário de quinoa. Duas colheres de sopa por dia são suficientes.

 

Sementes da Chia

É uma grande fonte de ômega 3, os ácidos graxos que, acredita-se, reduzem o risco de doenças cardiovasculares e depressão. Cada cem gramas de sementes de chia contêm aproximadamente 17 gramas de ômega 3.

Os ácidos graxos das sementes de chia estão em forma de ácido alfalinolênico (ALA) que o organismo converte em outros ácidos: o ácido icosapentaenóico (EPA) e o ácido docosahexaenóico (DHA) para obter benefícios cardiovasculares. Para obter ácidos graxos, ômega 3, recomenda-se moer as sementes.

 

Fonte: Saúde - iG

 

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