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Andrea Neves deixa presídio em MG e segue para prisão domiciliar

Andrea neves deixa Prisão em BH_foto: EBC Agencia Brasil

Andrea Neves, irmã do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG), deixou na madrugada de hoje o Complexo Penitenciário Feminino Estevão Pinto, em Belo Horizonte, e seguiu para prisão domiciliar.

Na terça-feira, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal decidiu converter a prisão preventiva de Andrea Neves e Frederico Pacheco, respectivamente irmã e primo do senador afastado Aécio Neves (PSDB), em prisão domiciliar, com monitoramento com tornozeleira eletrônica.

Andrea, Frederico são investigados junto com Aécio e Mendherson Souza Lima, ex-assessor parlamentar do senador Zeze Perrella (PMDB) por suposta prática de corrupção, organização criminosa e embaraço às investigações. Eles já foram denunciados e estavam na cadeia desde o último dia 18 de maio.

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Cinco presos morreram por mês, em média, entre 2010 e 2016, no sistema penitenciário do Rio. Dentre as 442 mortes ocorridas nas cadeias, 278 ocorreram por doenças. E em 117 casos não se sabe o que causou a morte dos internos. Os números fazem parte de um levantamento do Ministério Público estadual do Rio e do Instituto Igarapé, que afirmam terem usado como base dados oficiais da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap). Os dados serão apresentados nesta quinta-feira (22) em um encontro na sede do MP, no Centro do Rio.

Segundo autores do levantamento, a ideia da formulação do estudo é discutir a situação no sistema penitenciário do Rio e buscar soluções para os problemas. Uma delas é a reativação do Conselho da Comunidade, grupo formado por profissionais de diferentes instituições e da sociedade para auxiliar no contato com os presos. O sistema penitenciário do Rio tem 51 mil detentos divididos em 43 unidades.

De acordo com a pesquisa, a pior situação está no presídio Evaristo de Moraes, chamado Galpão da Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, na Zona Norte da cidade. Naquele local, morreram 70 presos em sete anos. Uma das suspeitas da pesquisadora é que parte deste problema seja causado pela superlotação da unidade. O ano que mais registrou morte de presos foi o de 2015: 87 casos.

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