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Até final de dezembro o brasileiro terá mais facilidade de obter crédito. Isso porque volta a valer, nesse período a isenção do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). A alíquota original, de 3%, foi zerada em abril, para ajudar a mitigar os impactos da pandemia do coronavírus sobre a economia. A medida, que inicialmente deveria valer por três meses, foi sendo prorrogada - na última, foi estabelecido prazo até 31 de dezembro.
O economista Dr. José Dari Krein acredita que a medida é um incentivo, mas não deve surtir efeito pelas incertezas econômicas do país. E que o índice de endividamento do brasileiro está alto e isso deve impedir que o consumidor busque novos créditos.
O principal alerta do economista, é justamente sobre a instabilidade do mercado de trabalho, já que o endividamento não é da cultura do brasileiro, que presa pelo nome limpo, mas que pode sofrer com demissão inesperada.
Ajuste fiscal e sinalizações positivas no combate a pandemia podem ditar ritmo mais positivo do dólar

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Mesmo ainda sentindo a crise econômica causada também pela pandemia do novo coronavírus, a expectativa do mercado é de melhora e, com isso, diminuição das pressões, fazendo com que o Brasil volte a receber olhares de investidores.
Segundo o economista Reinaldo Cafeo, da Abracam (Associação Brasileira de Câmbio), entre as razões para que isso aconteça estão a mudança de comando nos Estados Unidos, a promessa de uma vacinação em larga escala contra a Covid-19 e a expectativa de avanço de reformas no Brasil. E essas sinalizações positivas já tem dado mais estabilidade ao dólar.
Para Reinaldo Cafeo, o ajuste fiscal é primordial para dar mais segurança no câmbio brasileiro, demonstrando que o governo terá austeridade para lidar com as dívidas.
Observatório Covid-19 BR pede medidas mais duras para frear segunda onda

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O Brasil está acompanhando um novo crescimento nos casos de coronavírus e novos recordes estão sendo registrados. Diante dessa situação, um grupo de pesquisadores emitiu um comunicado no qual pede o fechamento de comércio e serviços não essenciais.
O Observatório Covid-19 BR alerta ainda que, talvez, seja necessário a implantação de um toque de recolher noturno.
- Uma pesquisa divulgada pelo Datafolha aponta que 66% dos brasileiros aprovam o fechamento de escolas e restrições a lojas, bares e restaurantes neste final de ano. Seria este o melhor momento para que os governos adotassem novas medidas? Essas restrições precisam ser implantadas por quanto tempo? - A permissão para bares e academias funcionarem faz com que as pessoas não compreendam a gravidade da situação que estamos enfrentando? - A expectativa com relação a vacina também pode estar fazendo com que as pessoas percam o medo e deixem de se cuidar? - Se a pandemia não for controlada, uma campanha de vacinação daria conta disso? |
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