Por Ivana Magda Em Notícias

Dicas que ajudam na hora de trocar a escova

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Escova ideal

A troca da escova de dente deve ocorrer de três em três meses. A escova certa deve ter as seguintes características: ter cabo anatômico, cerdas artificiais homogêneas, duráveis, macia ou extra macia, com comprimento uniforme e pontas arredondadas.

 

Tamanho da cabeça

O critério de escolha deve se basear em fatores como abertura oral e o tamanho da cavidade bucal. Avalie também se ela tem tamanho suficiente para escovar dois dentes de uma vez (medida considerada padrão). E se consegue alcançar todos os dentes, inclusive os do fundo, sem machucar a boca do paciente.

 

Material e forma das cerdas

Aqueles que buscam uma limpeza dental sem foco específico devem optar pelas cerdas de nylon e pontas arredondadas e homogêneas. Elas não ferem a gengiva, nem o esmalte dental e possibilitam uma limpeza completa.

 

Os que sentem mais necessidade ou dificuldade de limpar entre os dentes podem escolher as de cerdas em forma de zig-zag, pois elas conseguem alcançar melhor esses espaços. Já as cerdas emborrachadas costumam ter indicação específica para pacientes que precisam massagear a gengiva. Elas também ajudam a escovar a língua.

 

Macia ou não?

A escova escolhida deve ter cerdas macias ou extra macias. Mas essa não é uma indicação geral. Pacientes que usam alguns tipos de próteses fixas, por exemplo, devem usar escovas com cerdas mais rígidas para que a sua higienização seja feita com mais sucesso. Já pacientes pós-operados devem usar escovas que possuem cerdas ainda mais macias que as convencionais para não machucar a região operada.

 

Cabo

O cabo é um item que também deve ser levado em consideração. Os revestidos com material de borracha são os mais indicados, pois permitem um maior controle durante a escovação. Já os sextavados, que possuem seis lados e são bem anatômicos, facilitam a pegada e, com isso, o posicionamento correto da escova em relação à gengiva, evitando qualquer tipo de agressão a esse tecido.

 

E a escova elétrica, é uma opção?

Ela pode ser uma aliada de pacientes com dificuldades motoras, pacientes com necessidades especiais ou até como estímulo para alguns pacientes, porém, a execução dos movimentos precisa ser realizada de qualquer maneira.

 

Fonte: Blogfisiobrasil

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