Por Rádio Aparecida Em Notícias Atualizada em 04 JUN 2020 - 15H07

Especialistas analisam onda de manifestações antirracistas nos Estados Unidos

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Há cerca de uma semana, o mundo assiste diversas manifestações antirracistas, principalmente nos Estados Unidos. Os protestos foram motivados pela morte de George Floyd, um homem negro que foi assassinato em Minnesota por um policial branco. A cena do policial ajoelhado no pescoço de Floyd correu o mundo, e desde então são vários dias de protestos, muitos deles violentos. Existem pessoas que classificam a onda de manifestações como a maior desde a década de 1960, no país norte-americano.

O sociólogo Marco Rolim avalia que não foi um caso isolado e que a morte de George Floyd pode ser classificada como a gota d’água. Segundo ele, a história norte-americana de desigualdade racial é muito grande. Ele disse também que a violência policial contra negros, também é um fato decorrente. O especialista informou em que 99% dos casos de morte de pessoas negras, por policiais, nos EUA sequer são julgadas, por isso muitas pessoas estão nas ruas.

O consultor em diversidade e inclusão, Samuel Emílio, disse que este caso que, ganhou as ruas dos EUA e outros países, pode ajudar a debater e combater o racismo pelo mundo, inclusive no Brasil.

Opinião compartilhada pelo sociólogo Marco Rolim que, inclusive acredita que em breve os brasileiros devam acordar para manifestações contra a violência e o racismo, já que segundo ele, os casos aqui também são recorrentes.

De acordo com as informações do consultor Samuel Filho, no Brasil, as abordagens policiais se dão sem qualquer critério ou autorização judicial. Essa prática favorece as abordagens aos negros da periferia. Posto isso, a falta de estrutura das forças de segurança, o resultado é sempre o aumento da violência contra o negro.

Governo aprova reajuste de medicamentos; instituto se posiciona em contrário

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Depois de suspender por dois meses, o Governo Federal autorizou o reajuste de até 5,21% nos preços de medicamentos para 2020. O aval para o aumento foi publicado, em edição extraordinária do Diário Oficial da União em decisão da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, e as empresas já podem aplicá-lo.

Em meio à pandemia, onde o país passa por uma crise econômica, isso pode acabar pesando no bolso do consumidor, especificamente daquelas que fazem uso constante de medicamentos.

O coordenador do Instituto Brasileiro de Defesa do Usuário de Medicamentos (IDUM), Antônio Barbosa se posiciona contrário ao reajuste.

Brasil chega à marca dos 30 mil mortos e situação pode piorar

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O Brasil ultrapassou a marca dos 30 mil mortes em decorrência do novo coronavírus nessa semana. O País levou 79 dias para atingir este patamar, após a primeira vítima morrer em 16 de março. Atualmente, quatro países superam a marca das 30 mil mortes, entre eles: Estados Unidos, Reino Unido, Itália e agora o Brasil.

Analisando esses números, vamos ouvir o infectologista da Sociedade Brasileira de Infectologia, Doutor Luis Fernando Waib.

Famílias ricas recebem auxílio emergencial e tiram a chance daqueles que mais precisam

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Uma pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva aponta que um terço das famílias das classes A e B solicitou o auxílio emergencial de 600 reais nos últimos meses, dessas 69% foram aprovadas para receber o benefício. O benefício foi criado para dar respaldo à população mais carente durante a crise gerada pelo novo coronavírusMais de duas mil pessoas foram ouvidas em 72 cidades de todo o país. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais.

Para falar mais sobre o impacto dessas solicitações, conversamos com Celso Athayde, fundador da Central Única das Favelas que aponta as conclusões do estudo.

- Como isso impacta para as famílias que, realmente precisam deste benéfico, e não conseguiram receber ainda a aprovação?

- De acordo com a pesquisa, mais de três milhões de famílias ricas têm algum integrante recebendo o auxílio, isso significa que com a crise essas famílias perderam a fonte de renda, devido à crise que se arrasta pelo Brasil mesmo antes da pandemia?


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