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Imposto zero na importação de armas de fogo preocupa Instituto Sou da Paz

Escrito por Rádio Aparecida

14 DEZ 2020 - 16H50 (Atualizada em 14 DEZ 2020 - 17H01)

Shutterstock

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O Governo Federal decidiu zerar a alíquota de importação de revólveres e pistolas, que atualmente é de 20% do valor do produto. A mudança passa a valer a partir de janeiro de 2021. O Instituto Sou da Paz demonstrou preocupação com a medida. Em nota, a entidade afirmou que a ação do governo não faria sentido considerando que outros produtos muito mais essenciais são taxados na sua importação e a situação econômica do país não enseja esse tipo de medida.

Para mais informações sobre o assunto conversamos com a gerente de projetos do Instituto Sou da Paz, Natalia Pollachi.

- Porque essa medida traz preocupação. Vocês acreditam que deve facilitar o acesso a arma de fogo no País?

- A flexibilização e as facilidades de acesso às armas, é uma preocupação?

- Outros produtos poderiam ter isenção de imposto?

Importante ressaltar que a isenção da alíquota não se aplica a alguns tipos de armas, como as que são carregadas exclusivamente pela boca, pistolas lança-foguetes, revólveres para tiros de festim e armas de ar comprimido ou de gás. Ao zerar a taxa de importação, o Brasil incluiu revólveres e pistolas numa lista de exceção para produtos com tarifas diferentes daquelas praticadas pelos outros países do Mercosul.


Pesquisa mostra que empresários estão otimistas com relação ao desempenho da economia brasileira

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Em dezembro, o Índice de Confiança do Empresário Industrial, ficou estável, em um patamar de confiança elevada. O índice foi de 63 pontos, uma variação de 0,2 em relação ao mês de novembro, quando estava em 62,9 pontos.

Na pesquisa, valores acima de 50 pontos indicam confiança do empresário e, quanto mais acima dessa marca, mais ampla é a confiança. Na mesma lógica, valores abaixo de 50 pontos indicam falta de confiança.

Marcelo Azevedo, gerente de análise econômica da CNI, avalia que, com a continuidade do otimismo, o que se espera é que a indústria, que, de uma forma geral, já ultrapassou níveis e produção pré-crise, deva retomar a trajetória anterior de crescimento, com aumentos graduais da produção, investimento e emprego.

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