Por Andresa Custódio Em Notícias

Novas regras para você comer bem!

 

Coma comida

           Muitos produtos chegam às prateleiras dos supermercados todos os dias. Mas a maioria desses itens não merece ser chamada de comida; pois são industrializados e preparados com ingredientes químicos.

 

Coma alimentos que apodrecem

            A industrialização dos alimentos começou como uma forma de aumentar o tempo de prateleira dos produtos protegendo-os de fungos e bactérias. Para conseguir isso, o mais comum é que se tente tornar a comida menos atraente para os micro-organismos, buscando remover nutrientes que os atraem ou que podem ficar rançosos. Quanto mais processado um alimento, maior é o seu tempo de prateleira e menos nutritivo ele costuma ser. A comida de verdade está viva e, portanto, deve acabar morrendo.

 

Evite produtos alimentícios com mais de cinco ingredientes

            Quanto mais ingredientes houver na elaboração de alimento embalado, mais processado ele será.

  

Coma principalmente plantas, com destaque para as folhas

            Com uma alimentação baseada principalmente em folhas reduzimos bastante o consumo de calorias, já que os alimentos vegetais, com exceção das sementes, como cereais e nozes, costumam ser menos “densos em energia” do que outras coisas que comemos.

 

Coma colorido

            As cores das hortaliças refletem os diversos antioxidantes fitoquímicos que contêm: antocianinas, polifenóis, flavonoides e carotenoides. Muitas dessas substâncias nos defendem de doenças crônicas, cada uma de um jeito diferente, de modo que a melhor proteção vem de uma alimentação com a maior diversidade possível de substâncias fitoquímicas.

  

Quanto mais branco o pão, mais cedo vem o caixão

            Esse antigo conselho indica que o perigo da farinha branca para a saúde é reconhecido popularmente há muitos anos. No que diz respeito ao organismo, a farinha branca não é muito diferente de açúcar. A menos que seja suplementada, não oferece fibras, vitaminas e gorduras saudáveis como os cereais integrais, mas apenas uma dose alta de glicose, que aumenta o potencial inflamatório e provoca o caos no metabolismo da insulina. Coma cereais integrais e minimize o consumo de farinha branca.

  

Pare de comer antes de se encher

            Os japoneses têm um ditado – hara hachi bu – que aconselha a todos a pararem de comer quando estiverem 80% satisfeitos. Na Índia, a tradição aiurvédica aconselha a comer até ficar 75% satisfeito; os chineses dizem 70%; e o profeta Maomé descrevia a barriga cheia como a que continha um terço de comida, um terço de líquido e um terço de ar. Os franceses também têm o que ensinar. Em vez de dizer “Estou faminto”, eles dizem “J’ai faim” (tenho fome) e, ao acabar, “Je n’ai plus faim” – não tenho mais fome. É um jeito totalmente diferente de pensar na saciedade. Não se pergunte se já está satisfeito, mas se a fome passou. Este momento geralmente chega muitas garfadas antes.

 

Fonte: Revista Seleções

 

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