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Papa Francisco conclui sua 16ª viagem apostólica internacional

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O papa Francisco concluiu na noite de domingo (2) a sua 16ª viagem apostólica internacional que o levou a Geórgia e Azerbaijão.

Na viagem de retorno o Santo Padre encontrou-se com os jornalistas, e na coletiva de imprensa, a primeira tendo ao lado o novo diretor da sala de imprensa Jorge Burke, o pontífice comentou as suas impressões sobre os dois países visitados, falou das próximas viagens no consistório e das eleições nos Estados Unidos.

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Em relação ao matrimônio e o divórcio o Papa sublinhou que o matrimônio como imagem de Deus é a união entre homem e mulher. “A imagem de Deus não é o homem, mas o homem com a mulher, que formam uma só carne quando se unem no casamento”.

Segundo o pontífice, nesta cultura os conflitos e problemas não são bem administrados, como também as filosofias de hoje. “Faço isso, depois quando me canso faço aquilo, faço o terceiro e o quarto, é uma guerra mundial contra o matrimônio, devemos estar atentos para não deixar entrar em nós essas ideias. O matrimônio é imagem de Deus homem e mulher em uma só carne, quando isso é destruído se suja ou se desfigura a imagem de Deus.”

Sobre a teoria de gênero definida pelo papa Francisco como “grande inimiga, uma ameaça contra o matrimônio”, o pontífice disse que acompanhou em sua vida de sacerdote as pessoas com tendências e práticas homossexuais. “Eu as acompanhei e aproximei do Senhor, nunca abandonei ninguém. Quando uma pessoa tem essa condição e chega diante de Jesus o Senhor não lhe dirá: Vai embora porque você é homossexual! Não! Eu me referi sobre a maldade que se faz hoje com a doutrinação da teoria de gênero, uma coisa é a pessoa ter essa tendência, essa opção e também que muda de sexo, outra coisa é ensinar nas escolas essa linha para mudar a mentalidade, isso eu chamo de colonizações ideológicas.”

O Papa falou também do próximo Consistório, para o qual foram propostas três datas, sendo uma delas o primeiro Domingo do Advento, e que decidirá voltando desta viagem ao Cáucaso. 

Sobre a escolha dos cardeais, o Pontífice disse que está estudando os nomes. “A lista é longa, mas há somente 13 lugares”, afirmou.

Falando ainda sobre as suas próximas viagens. “Certamente, por enquanto, irei a Portugal, e irei somente a Fátima. Por enquanto. Por quê? Há um problema. Neste Ano Santo foram suspensas as visitas ad limina; ano que vem, devo fazer as visitas ad limina deste ano e do próximo. E há pouco tempo para as viagens. Mas a Portugal irei (o Pontífice mencionou a data de 13 de maio). À Índia e Bangladesh, quase certo. À África ainda não está certo o país, tudo depende seja do clima, em qual mês, porque se é no noroeste da África é uma coisa, se é no sudoeste, é outra. E depende também da situação política e das guerras.”

Os detalhes com Silvonei José

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