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O presidente Jair Bolsonaro afirmou, nesta segunda-feira (31), que “ninguém pode obrigar ninguém a tomar vacina”. A frase foi repetida pela Secretaria de Comunicação do Governo nas redes sociais. O presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações - SBIm, Juarez Cunha, esclarece que existem, sim, artifícios legais que tornam a vacina obrigatória, mas que não necessariamente são utilizadas, já que, segundo ele, a população brasileira tem a cultura de acreditar na imunização.
Apesar da afirmação de que o país não tem um grupo considerável de negacionistas com relação a vacina, doutor Juarez mostrou preocupação com as declarações do presidente, que podem dar força para essas poucas pessoas que ainda negam a funcionalidade do medicamento.
Juarez disse, ainda, que as vacinas são comprovadamente as melhores soluções para o enfrentamento de muitas doenças.
Reforma administrativa de Bolsonaro poupa os servidores já em atividade

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O presidente Jair Bolsonaro se comprometeu com o envio da reforma administrativa ao Congresso, quase um ano depois de ter engavetado a proposta de reestruturação das carreiras do funcionalismo, com novas regras para contratação, promoção e desligamento dos servidores.
Bolsonaro, no entanto, exigiu que os mais de 9 milhões de funcionários que estão na ativa na União, nos Estados e municípios (21% dos trabalhadores formais do País) sejam poupados das mudanças.
Paulo Gontijo, diretor executivo do Livres e conselheiro do Instituto Millenium, esclarece sobre a intenção do presidente em poupar servidores:
| - Poupar os servidores em atividade pode ajudar na aprovação dessa reforma? - A economia possivelmente gerada pela colocação de uma reforma dessa em prática seria suficiente para dar o alívio necessário aos cofres públicos? |
No Congresso, lideranças afirmam que o texto pode ser aprovado mais rapidamente do que a reforma tributária, que prevê simplificação de impostos. A aprovação de uma emenda à Constituição - como requer mudanças nas regras do funcionalismo - exige apoio de três quintos da Câmara e no Senado.
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