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Vários protestos acontecem no país contra as reformas do governo

Protestos em Brasília, 30 de junho 2017_foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil

O Distrito Federal amanheceu nesta sexta-feira (30) com estações do metrô fechadas. Os ônibus de pelo menos quatro empresas também permaneceram nas garagens, apesar da determinação da Justiça para manter 50% do serviço (veja mais abaixo). As paralisações são organizadas por manifestantes contrários à Reforma Trabalhista e da Previdência, propostas pelo governo de Michel Temer.

Militares da Força Nacional foram destacados para a Esplanada desde as 5h. O Sindicato dos Professores (Sinpro) aderiu à paralisação. Não há previsão de aulas nas escolas públicas da capital.

Um protesto entre a madrugada e a manhã desta sexta-feira (30) provoca bloqueios em garagens de ônibus e em rodovias no Rio Grande do Sul. Também há interrupção no trânsito de ruas e avenidas de Porto Alegre. Os manifestantes são contrários à Reforma Trabalhista e da Previdência, propostas pelo governo de Michel Temer.

Escolas Municipais: Sindicato dos Municipários de Porto Alegre (Simpa) aderiu à greve geral, o que inclui os professores da rede municipal

Em Salvador, o dia de mobilizações pelas "Diretas Já" e contra as reformas trabalhista e da previdência foi convocado pela Centra Única dos Trabalhadores (CUT) e pelas Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo.

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O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), comentou na noite de quinta-feira (29) que acha positiva a suspensão das férias dos parlamentares enquanto não sair a definição da denúncia contra Michel Temer (PMDB). Contudo, afirmou que esta é uma decisão do plenário.

Rodrigo Maia também falou sobre a determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) em responder em até dez dias o motivo de não ter analisado os pedidos de impeachment contra Temer.

Sobre o atraso nas votações das reformas no Congresso, Rodrigo Maia destacou que não há ambiente na Câmara para avançar na questão da Previdência.

 

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