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Bienal do Livro em Salvador espera 270 mil visitantes

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A Bienal do Livro da Bahia chega a sua 11° edição com uma programação cultural diversificada, buscando aproximar o público de todas as idades do universo dos livros. Através das já consagradas sessões de bate papo, o público poderá, durante os dez dias da feira, se aproximar dos seus escritores preferidos, além de conhecer as novidades do mundo editorial. Com a expectativa de movimentar R$ 7,5 milhões em negócios, a Bienal Bahia acontece entre os dias 08 e 17 de novembro, no Centro de Convenções, em Salvador.

Com um total de investimentos de R$ 4,5 milhões, a Bienal do Livro da Bahia terá 385 expositores em 16mil m² de feira. A expectativa para este ano é atrair um público de 270 mil visitantes ao longo dos 10 dias do evento, superando o público da última edição. Promovido e organizado pela Fagga | GL events Exhibitions, o evento conta mais uma vez com o Governo da Bahia como patrocinador máster e será realizado de 8 a 17 de novembro no Centro de Convenções da Bahia.

Novidades e espaços consagrados na programação cultural. Com um time de curadores de primeira, entre eles o romancista, contista, cronista e roteirista João Paulo Cuenca, o poeta, jornalista e produtor cultural José Inácio Vieira de Melo, a autora premiada, contadora de histórias e pesquisadora Daniela Chindle e a poeta, ensaísta, produtora cultural e professora de literatura Suzana Vargas, a 11° Bienal do Livro da Bahia continua primando pela diversidade de atrações.

Um dos espaços mais disputados do evento, o Café Literário, reunirá autores consagrados e leitores para compartilhar a experiência da escrita, através de bate papos descontraídos. No Território Jovem, o foco vai ser o debate democrático voltado para temas como tecnologia e cultura digital. Já na Praça de Poesia e Cordel, destinada à valorização do folclore brasileiro, muita poesia improvisada, oficinas e exposições.Para a garotada, a 11° Bienal Bahia apresenta o Baú de Histórias da Bienal do Livro da Bahia, onde os livros, exímios protagonistas deste evento, entram em cena através de recursos do teatro, através de quatro narrativas: duas de além mar e duas bem brasileiras.

O objetivo é seguir a tradição dos “griots” (narradores africanos) e ofertar as histórias para as crianças e, também, por que não, para os jovens e adultos. O espetáculo mescla a linguagem da contação com surpreendentes adereços cênicos (bonecos, máscaras e elementos cenográficos) e muita música. A curadoria é da escritora carioca Daniela Chindler e em cena, os atores da companhia baiana Capim Rosa Chá.

 

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