Por Redação A12 Em Brasil Atualizada em 23 SET 2019 - 10H13

Direitos Humanos e Polícia Rodoviária fazem parceria para combater exploração sexual e tráfico de pessoas

Valter Campanato/ Agência Brasil
Valter Campanato/ Agência Brasil


Os ministérios da Justiça (MJ) e da Mulher, Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) assinaram um acordo de parceria voltado ao combate à exploração de mulheres, crianças e adolescentes, ao tráfico de pessoas e ao trabalho escravo. A novidade é o apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF) nas ações de promoção de direitos humanos.

O intuito é aproveitar a capilaridade da PRF, que está nas estradas em todo o país, para dar mais agilidade a respostas de denúncias de violações de direitos humanos. O ministério compartilhará dados e denúncias recebidos por meio de seus canais - o “Disque 100” para violações diversas e o “Ligue 180” para ameaças e situações de violência contra a mulher – com a PRF.

Leia MaisMovimentos sociais no Brasil são marcados por lutas em defesa dos direitos humanos A ministra Damares Alves afirmou que o acordo pretende fortalecer a identificação de situações de ameaça e vulnerabilidade. “Vamos ter um canal direto. Nós recebemos, por exemplo, uma denúncia de trabalho escravo. A gente pode acionar diretamente a PRF. Vai dar uma agilidade às demandas que chegam”, explicou a ministra.

O secretário nacional de proteção global do MMFDH, Sérgio Queiroz, acrescentou que as ligações recebidas pelos canais do ministério também serão repassadas à PRF para ações de inteligência. O acordo visa um maior entrosamento de todas essas pastas envolvidas.

O ministro da Justiça, Sérgio Moro, destacou que o papel da PRF vai além do monitoramento das infrações de trânsito. Segundo ele, a instituição pode contribuir por sua ampla área de atuação. “A Polícia Rodoviária realiza ações como apreensão de tráfico e, por ter presença no país inteiro, pode atuar muito significantemente na proteção de pessoas em situações vulneráveis. Às vezes, vemos pessoas nesta condição até nas estradas, muitas vezes sendo expostas a riscos severos de abusos”, destacou.

Fonte: Agência Brasil

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