O Grupo do G20, reunindo as 20 maiores economias do mundo, foi criado em 1999, com o objetivo de formar um ambiente propício para que os países pudessem discutir assuntos econômicos que fossem relevantes para todos.
Ao longo desse tempo, os assuntos foram se alargando para além da economia, com discussões sobre direitos humanos e mudanças climáticas, por exemplo, porque o contexto de mundo e os desafios modificaram, como era de se esperar.
O grupo dos 20 também foi ampliado e, a cada encontro, se faz convite a outros países participarem como observadores. No Rio de Janeiro foram 19 os convidados.
A Igreja participou do encontro através do cardeal Pietro Parolin, Secretário de Estado, que trouxe uma mensagem especial do Papa Francisco para o encontro. Leia MaisConfira mensagem do Papa ao G20 no Brasil
A reunião de Chefes de Estado das maiores economias do mundo no Rio de Janeiro, sob a presidência do Brasil, trouxe à pauta assuntos importantes, produzindo acordos como a aliança Global contra a Fome encabeçado pelo Brasil.
Os membros do grupo também aprovaram e publicaram uma declaração pedindo, entre outros, o cessar-fogo na Faixa de Gaza e o apoio a propostas para a taxação de super-ricos.
O documento de 24 páginas cita também ações “em direção a resultados concretos” nas três áreas prioritárias para o governo brasileiro: inclusão social, combate à fome e à pobreza; desenvolvimento sustentável, transições energéticas e ação climática; e a reforma das instituições de governança global.
Claro que o grupo político discute os assuntos de maneira diplomática e as decisões não têm força de lei, mas os países que não cumprem os acordos estabelecidos no encontro podem perder credibilidade internacional.
Na observação de todos, estamos vivendo um momento muito especial para o Brasil, que recupera o seu protagonismo no contexto internacional e como todos estão preocupados com a política do eleito Presidente Trump.
Isso, de certa forma, pode fortalecer as alternativas apresentadas à liderança dos Estados Unidos, por exemplo, trazendo benefícios para o nosso país, desde que o Brasil saiba ocupar os espaços deixados.
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