Certa vez, por ocasião do Natal, um menino ganhou um lindo presente: Uma bicicleta nova. Montou nela e saiu para passear na rua.
Um garoto da sua idade viu e ficou encantado com a bicicleta. Perguntou: “Como você conseguiu esta bicicleta?” O outro respondeu: “Foi meu irmão que me deu”.
Ele olhou bem para a bicicleta e disse: “Nossa, como eu gostaria de ser como o seu irmão!”
Em seguida convidou o dono da bicicleta para ir com ele até a sua casa, que era perto. Chegando, ele foi lá dentro, trouxe o seu irmão menor, apontou para a bicicleta e disse: “Quando eu crescer, vou comprar para você uma bicicleta igualzinho a esta”.
Esse menino tinha no cor um presente de Natal muito mais valioso que uma bicicleta: O amor. E este presente ninguém rouba.
Em geral, o nosso desejo numa situação dessas é ser como aquele que ganhou a bicicleta, não como aquele que a deu. Mas este garoto não. O seu desejo era ter a sorte de amar o irmão.
“Descubra a felicidade de servir”. “Há mais felicidade em dar do que em receber” (At 20,35).
Jesus esvaziou-se para nos enriquecer de presentes. Ele mesmo não tinha nem onde reclinar a cabeça, mas nem ligava para isso.
Que o nosso desejo também assim, não ter a sorte de quem recebe, mas ter a felicidade de quem dá.
Quando Maria Santíssima disse que Deus “encheu de bens os famintos”, ela mostrou que sonhava com um mundo em que todos tivessem vida e vida plana. Santa Mãe de Deus, rogai por nós.
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