Durante a segunda guerra mundial, aconteceu, na Checoslováquia, um fato que chamou a atenção.
Um trem estava repleto de passageiros e correndo em alta velocidade, numa noite bem escura. O trem, como sabemos, tem um farol só, e não dois, como os carros. Na frente, iam o maquinista e seu ajudante, observando atentamente a estrada.
De repente, viram, na frente, como que uma grande mão, mandando o trem parar. Assustados, frearam o trem. Desceram e foram ver o que era.
Quando descobriram, ficaram aliviados. Era uma borboleta que tinha entrado dentro do farol, e batia as asas, fazendo aquela sombra parecida com uma mão mandando parar.
Mas, andando um pouco à frente nos trilhos, os dois ficaram aterrorizados. Havia uma ponte que estava totalmente destruída por uma bomba. Se eles não tivessem freado o trem naquele momento, teriam morrido todos.
Agradeceram a Deus e o maquinista guardou a borboleta como lembrança, até o fim de sua vida.
Você, eu, todos nós somos como aquelas centenas de pessoas que viajavam no trem. Estamos correndo pela vida, e Deus nos protegendo de todas as maneiras, usando até de borboletas. Que lhe sejamos gratos.
Maria Santíssima era uma pessoa agradecida a Deus. O Magnificat é o mais belo hino de ação de graças existente na Bíblia. Ali, ela agradece até coisas que ainda não tinham acontecido. De fato, “a fé é a certeza daquilo que ainda se espera, a demonstração de realidades que não se veem” (Hb 11,1). Que Maria nos ajude a reconhecer os benefícios que recebemos diariamente de Deus.
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