Certa vez, vieram avisar o pároco que um senhor idoso estava para morrer. Este senhor morava na roça, bem distante da cidade, e coordenava a Comunidade cristã do seu bairro.
Ele era tudo para o povo daquela região: Dirigia o Culto Dominical, rezava o Terço, visitava os doentes, fazia celebração de exéquias, coordenava a distribuição de alimentos para os pobres, dava conselhos...
E mais: O santo homem valorizava muito a vocação sacerdotal. Para ele, o padre era o representante de Jesus Cristo na terra.
Como o pároco sabia de tudo isso, teve uma ideia, e foi visitá-lo. No carro, foi rezando para que a sua tática desse certo. Logo que entrou no quarto do doente, já foi logo dizendo com firmeza: “O senhor não vai morrer não. Está proibido. A Comunidade aqui precisa muito do senhor ainda”.
Deu para ele a Unção dos Enfermos e a Comunhão. Depois pediu para a sua esposa preparar uma sopa, porque os dois iam tomar juntos.
O velho acreditou no padre. Após a sopa, levantou-se e caminhou. A partir daí, foi melhorando dia a dia, até sarar. A Comunidade providenciou substitutos para os serviços que ele prestava, menos o de dar conselhos.
Alguém poderia dizer que foi sugestão. Outro diria que foi milagre. Na verdade, aconteceram os dois. Foi a fé daquele homem que o curou.
Ele sentiu-se valorizado. Viu que a sua existência na terra era importante. Por isso, fez um esforço maior e venceu a enfermidade.
Se valorizarmos uma pessoa idosa, nós colaboramos na sua saúde.
Quando os idosos Simeão e Ana viram, no Templo, o Menino Jesus nos braços da Mãe, alegraram-se e cantaram. Nossa Senhora da Apresentação, rogai por nós.
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