Nos Alpes italianos, existia um vilarejo que se dedicava ao cultivo da uva e à produção de vinho.
Uma vez por ano, eles faziam uma festa para comemorar o sucesso da colheita.
A tradição exigia que, nesta festa, cada morador trouxesse uma garrafa do seu melhor vinho e o despejasse em um grande barril, colocado na praça central da vila, a fim de que, durante a festa, todos saboreassem o bom vinho da região.
Entretanto, um dos moradores pensou: Por que deverei levar uma garrafa do meu mais puro vinho?Levarei uma garrafa d’água, pois, no meio de tanto vinho, o meu não fará falta.
Assim ele fez. No auge dos acontecimentos, como de costume, todos se reuniram na praça, cada um com sua caneca, para saborear daquele vinho, cuja fama se estendia além das fronteiras do país.
Contudo, ao abrir a torneira do barril, um silêncio tomou conta da multidão. Daquele barril saiu apenas água! Como poderia ter acontecido isso? Na verdade, todos haviam pensado como aquele morador: “A ausência da minha parte não fará falta”.
E a festa da vida, na minha cidade, ou na sua, como vai ser? Se cada um de nós não fizer a nossa parte, trazendo o nosso bom vinho, isso fará falta, fará diferença?
O Sl 71, referindo-se à vinda do Messias, diz: “Nos seus dias a justiça florirá, e grande paz há de reinar por muitos anos”. Dá impressão que esses dias de Jesus ainda não chegaram ao mundo ou ao lugar onde moramos. Qual o motivo?
Maria Santíssima pediu, e o Filho transformou água em vinho. Que ela nos ajude a imitá-la, fazendo a nossa parte com muito amor.
Boleto
Carregando ...
Reportar erro!
Comunique-nos sobre qualquer erro de digitação, língua portuguesa, ou de uma informação equivocada que você possa ter encontrado nesta página:
Carregando ...
Os comentários e avaliações são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do site.