Certa vez, um pequeno País resolveu por em prática aquelas palavras que Maria disse, no seu hino Magnificat: “A minha alma engrandece o Senhor... Ele derrubou do trono os poderosos e elevou os humildes; encheu de bens os famintos e despediu os ricos de mãos vazias...”
Para atingirem essa meta, usaram todos os recursos legais e democráticos. Por exemplo, estabelecendo impostos altos aos ricos e direcionando os recursos aos mais pobres, e outras estratégias.
Aconteceu que um dia, na frente de uma casa de carnes, formou-se uma fila, de manhã.
Um senhor idoso, muito rico, disse, em tom de revolta: “Eu nunca entrei numa fila para comprar carne!” Uma senhora velhinha, que estava um pouco atrás, disse também: “Eu nunca entrei numa fila para comprar carne!”
A frase é a mesma, mas os sentidos são opostos. Para o rico, aquilo era uma humilhação. Já para a mulher, a frase foi uma expressão de alegria, pois antes ela não tinha condições de comer carne, e agora tem.
A política é a ferramenta mais poderosa de transformação social (Papa Paulo VI). Todo cristão precisa articular-se politicamente, a fim de usar essa ferramenta para a construção do Reino de Deus. Como bom cidadão, o cristão deve assumir um partido político. Mas, se ele tem um cargo de liderança na Comunidade, ali ele deve envolver-se apenas na política em geral, não partidária.
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