Certa vez, na antiguidade, um pai de família estava doente, de cama, e sabia que ia morrer. Ele tinha quatro filhos homens, e estava preocupado com o futuro deles, pois eram desunidos. Além disso, estava havendo uma disputa velada entre eles para assumir a coordenação dos bens da família.
O pai chamou-os e disse: “Por favor, saiam por aí e cada um pegue uma vara e tragam aqui”.
Quando chegaram, ele pediu: “Ajuntem as quatro varas e façam um feixe”. Assim fizeram.
O pai pediu: “Quebrem o feixe de varas”. Um deles se esforçou e não conseguiu. Passou para o outro, que também não conseguiu. Todos fizeram o máximo de força, mas nenhum quebrou o feixe de varas.
O pai disse: “Agora, cada um quebre a sua vara”. Foi facílimo.
O pai explicou: “Meus filhos, se qualquer de vocês assumir sozinho a direção dos nossos bens, vai ser como essas varas isolada. Facilmente ele será derrotado pelas tentações ou pela esperteza do mundo. Mas, se estiverem unidos, isso não acontecerá, e vencerão todos os desafios, pois um vai apoiar o outro”.
A lição vale para nós. É preferível o bom, juntos, ao ótimo, sozinho. Se a família, ou a Comunidade, estiver unida, os resultados poderão ser mais lentos, mas serão seguros.
E o melhor: Jesus estará presente, pois ele disse: “Onde dois ou mais estiverem reunidos em meu nome, eu estarei ali, no meio deles” (Mt 18,20). “Povo unido jamais será vencido”.
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