Certa vez, uma jovem, chamada Penha, que era da cidade, casou-se com um rapaz da roça. Foi morar no sítio do marido, que ficava bem distante da cidade. A região tinha muitas famílias, todas católicas, mas abandonadas. Elas não se reuniam aos domingos.
A Penha logo percebeu: Faltavam líderes, pessoas de iniciativa. Ela resolveu fazer isso, mas começou devagar, apenas rezando o terço nas casas.E o povo foi gostando dos encontros e das reflexões sobre a Palavra de Deus. De repente, a Comunidade surgiu naturalmente.
Hoje há líderes dessa Comunidade que participam até das reuniões diocesanas de pastoral.
A Penha foi esperta. Não falou de Comunidade logo no início, porque o povo não sabia o que era isso.
Hoje, o povo daquela Comunidade pode dizer à Penha o mesmo que o povo de Sicar disse à samaritana: Não é mais por causa de você que vivemos em Comunidade. Nós sabemos que ela é Cristo vivo presente no meio de nós (Cf Jo 4,39-42).
Que o bom Deus suscite entre nós líderes como a Penha.
Maria Santíssima é o modelo mais bonito de resposta ao chamado de Deus: “Eis aqui a escrava do Senhor. Faça-se em mim conforme a tua palavra”. Que ela ajude a nós, seus filhos e filhas, a amarmos a nossa Comunidade.
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