Certa vez, uma senhora idosa estava doente, de cama, e muito mal. Ela morava sozinha. Uma amiga veio visitá-la. Ao vê-la daquele jeito, disse: “Eu vou pousar aqui com você hoje”.
A doente respondeu: “Não, fulana! Pode ir para a sua casa cuidar do seu marido e de seus filhos. Se eu morrer, ficarei apenas alguns minutos sem respirar, depois acordarei na eternidade”.
É uma visão realista da morte, porque ela não disse que acordará no Céu. Quem sabe isso é Deus. Nós temos esperança de ir para o Céu. Para nós, o Céu é como uma meta pela qual lutamos todos os dias, numa alegre confiança em Deus que é nosso Pai. Mas confiança não é certeza.
Muitos, em velórios, dizem: “Ele (ela) está agora no Céu!” Só temos certeza que uma pessoa está no Céu, quando foi beatificada pela Igreja. Quanto a nós, temos esperança. E nessa esperança somos felizes e temos paz. A paz filial de quem sabe que Deus é um Pai amoroso e vai nos acolher.
Após a Assunção, Maria Santíssima não depôs a sua missão de intercessora, porque quer todos os seus filhos e filhas lá. Rainha do Céu, ajudai-nos.
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