Certa vez, um rei quis dar um presente ao seu alfaiate, como sinal de reconhecimento e admiração pelo seu excelente trabalho profissional.
Mandou fazer uma tesoura de ouro, com pedras de diamante, e pediu a um emissário que a levasse para o alfaiate. Este, ao ver o presente, mandou-o de volta ao rei, com o seguinte bilhete: “Majestade, a tesoura separa. Eu gostaria que Vossa Majestade me desse uma agulha, pois esta une”.
Muitas vezes, o nosso testemunho acarreta perdas materiais, como a desse alfaiate que recusou a tesoura de ouro com pedras de diamante e preferiu uma agulha, cujo valou real é quase nulo. Mas ganharemos um tesouro no Céu.
Boleto
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