Certa vez, um homem tinha uma dívida de quinhentos Reais, e não conseguia pagar. Então resolveu mandar uma carta para Deus.
Ele escreveu: “Senhor Deus, desculpe, mas eu estou com uma dívida grande, de quinhentos Reais, e não consigo pagar. Por isso eu peço ao Senhor: Por favor, mande-me esse dinheiro”.
Pôs a carta num envelope e o endereçou assim: “Para Deus. Céu”.
Do outro lado do envelope, escreveu direitinho o seu endereço de remetente, e colocou a carta na caixinha do Correio do seu bairro.
O pessoal do Correio, quando viu aquilo, achou muito engraçado. Como não tinha cabimento aquele endereço de destinatário, e o envelope não estava colado, abriram para ver o que era, e leram aquele pedido.
Ficaram com dó do homem. Fizeram uma vaquinha e conseguiram ajuntar quatrocentos e cinquenta Reais. Colocaram o dinheiro num envelope, escreveram o endereço do homem, e o carteiro levou a carta à sua casa.
Passados alguns dias, apareceu na caixinha do Correio outra carta do homem, também aberta e endereçada a Deus. Nesta estava escrito:
“Muito obrigado, Deus, por o Senhor ter atendido ao meu pedido. Mas, cuidado com o pessoal do Correio, porque pegaram cinquenta Reais. Só recebi quatrocentos e cinquenta”.
Nós temos, nessa historia, dois exemplos, um positivo e outro negativo. O positivo é o dos funcionários do Correio. Além de desempenharem bem e honestamente a sua profissão, ainda quiseram ajudar um necessitado.
E o negativo é o do homem, que escreveu mal dos funcionários do Correio, sem ter certeza. É o preconceito: Julgar negativamente uma pessoa, sem fundamento.
Muitas vezes, o nosso testemunho não é compreendido, como aconteceu com os funcionários do Correio. Aconteceu também com Jesus e com todos os santos e santas. Mas, mesmo assim, cumpriremos a nossa missão até o fim.
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