Certa vez, um menino foi nadar em um lago. A mãe, olhando de longe, viu que havia um jacaré no lago. Gritou para o filho e veio correndo. O garoto nadou para a margem, mas não deu tempo. O animal grudou no seu pé. E virou aquela luta: A mãe segurando os braços do pequeno e o jacaré o puxando pelo pé.
Um homem ouviu os gritos, veio com um facão, deu um golpe na cabeça do bicho e este largou a criança.
No hospital, veio uma pessoa visitar o garoto. Ele lhe mostrou as cicatrizes no pé e disse: “Mas olhe meus braços, eles estão também cheios de cicatrizes. São das unhas da minha mãe, enquanto me segurava”. São cicatrizes de amor.
Na nossa vida, há muitas dessas cicatrizes, que Deus nos permite, a fim de nos libertar de outras piores.
“O pai que poupa a vara odeia seu filho” (Pr 13,24). “Eu repreendo e educo os que amo” (Ap 3,10).
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