Frei Galvão distinguiu-se pela caridade. Quando ele tinha oito aninhos, um dia estava sozinho em casa e chegou uma senhora pedindo esmola. Ele deu para ela uma toalha.
Quando a mulher chegou em casa e abriu a toalha, viu que era toda bordada e de alto valor. Voltou a fim de devolvê-la para a mãe do menino.
Mas Dona Isabel, a mãe de Galvão, disse a ela: “Se o meu filho deu, está dada”.
“Nisto conhecerão todos que sois os meus discípulos: se vos amardes uns aos outros” (Jo 13,35).
“Se alguém possui bens neste e, vendo seu irmão em necessidade, fecha-lhe o coração, como pode estar nele o amor de Deus” (1Jo 3,17).
“A religião pura e sem mancha aos olhos de Deus é esta: Cuidar dos órfãos e das viúvas e conservar-se puro da corrupção deste mundo” (Tg 1,27).
São Frei Galvão, rogai por nós para que amemos mais o nosso próximo.
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