Certa vez, a Madre Teresa de Calcutá estava passando numa rua e ouviu um grito de dor vindo de algum lugar perto.Procurou de onde vinha e avistou uma mulher doente, caída no chão, gemendo e sem forças para se levantar. Estava inclusive sendo comida por ratos.
A Irmã reuniu suas forças e conseguiu levá-la ao hospital. Ao chegar, tentou interná-la, ou pelo menos fazer com que ela recebesse atendimento médico. Mas negaram. Devido à situação de miséria do País, aquele hospital só recebia pacientes que tinham chances de sobrevivência. Os remédios estavam escassos, e aquela mulher já estava em fase terminal.
Madre Teresa, sem saber o que fazer, colocou a mulher sobre seu colo e chorou, acariciando-a.A pobre criatura, reunindo suas forças, abriu os olhos e se viu no colo de Madre Teresa, que chorava.Lágrimas correram também de seus olhos. Com dificuldade, falou para a Irmã: “Não chore, pois estou feliz. Nunca em minha vida senti o amor e o carinho que estou recebendo da senhora”.Olhou para o crucifixo que a Irmã trazia no peito, sorriu para ela, e deu o último suspiro.
“Irá chegar um novo dia, um novo sol, uma nova terra, um novo mar. E neste dia, os oprimidos numa só voz a liberdade irão cantar.”
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