
Havia, certa vez, um casal de namorados que se amava loucamente. Só que ele tinha um probleminha: Chulé. Quando tirava os sapatos, ninguém aguentava ficar perto. Por isso, antes de se encontrar com a namorada, lavava os pés com soda cáustica.
Ela, por sua vez, tinha também um probleminha: Mau hálito. Quando respirava no quarto, até as baratas caíam das paredes. Antes de se encontrar com o amado, ela escovava os dentes com creolina e tomava meio vidro de perfume.
Assim, conseguiram levar o namoro. Casaram-se e foram para a lua de mel.
No outro dia cedo, ele acordou e logo se lembrou do problema. Sentiu que as meias não estavam nos pés. Virou-se para ela e perguntou: “Bem, você viu minhas meias?” Ela acordou e disse, bem na direção do nariz dele: “O quê?” Ele disse na hora: “Você engoliu minhas meias!”
É isso que dá não ter diálogo aberto no namoro. O namoro deve caminhar para a vida em família, a qual é uma imagem da Santíssima Trindade, até nos nomes: pai, filho e a mãe que une todos no amor, e por isso representa o Espírito Santo.
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