Por Pe. Antônio Queiroz, C.Ss.R (in memoriam) Em Histórias de Vida Atualizada em 07 JUN 2018 - 11H23

Namoro mal feito

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Havia, certa vez, um casal de namorados que se amava loucamente. Só que ele tinha um probleminha: Chulé. Quando tirava os sapatos, ninguém aguentava ficar perto. Por isso, antes de se encontrar com a namorada, lavava os pés com soda cáustica.

Ela, por sua vez, tinha também um probleminha: Mau hálito. Quando respirava no quarto, até as baratas caíam das paredes. Antes de se encontrar com o amado, ela escovava os dentes com creolina e tomava meio vidro de perfume.

Assim, conseguiram levar o namoro. Casaram-se e foram para a lua de mel.

No outro dia cedo, ele acordou e logo se lembrou do problema. Sentiu que as meias não estavam nos pés. Virou-se para ela e perguntou: “Bem, você viu minhas meias?” Ela acordou e disse, bem na direção do nariz dele: “O quê?” Ele disse na hora: “Você engoliu minhas meias!”

É isso que dá não ter diálogo aberto no namoro. O namoro deve caminhar para a vida em família, a qual é uma imagem da Santíssima Trindade, até nos nomes: pai, filho e a mãe que une todos no amor, e por isso representa o Espírito Santo.

Escrito por:
Padre Antônio Queiróz dos Santos (Pe. Antônio Queiroz, C.Ss.R)
Pe. Antônio Queiroz, C.Ss.R (in memoriam)

Missionário redentorista, recolheu ao longo de seu ministério centenas de histórias que falam de forma simples e popular da fé e das realidades do povo de Deus.

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