Certa vez, uma menina, de nove aninhos, que morava na roça, chegou à escola carregando o seu irmão. Ele, apesar de ser mais novo que ela, era bem pesado.
Ao ver a cena, a professora disse para a menina: “Pesado esse menino, hein?” Ela respondeu: “Não, não pesa. Ele é meu irmão!”
O amor é assim. Ele torna leve o que é pesado, fácil o que é difícil, alegre o que é triste, bonito o que é feio...
“O amor tudo desculpa, tudo compreende, tudo suporta. O amor não acaba nunca” (1Cor 13).
“O amor é forte, é como a morte. Suas chamas são chamas de fogo, faíscas de Deus no mundo. As águas da torrente jamais poderão apagar o amor, nem os rios afogá-lo” (Ct 8,6-7).
Para quem ama a Deus, todas as cruzes decorrentes desse amor são leves, e doces como o mel.
O amor é uma das palavras mais deturpadas no mundo pecador. Que Maria Santíssima, a mãe do belo amor, nos ensine o que é amar.
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