Certa vez, um rapaz foi trabalhar em uma cidade distante, e lá se tornou evangélico. Antes das férias, ele escreveu à família dizendo: “Eu só vou aí se vocês tirarem todas as imagens das paredes”.
A família respondeu: “Você será bem-vindo. Quanto às imagens, não vamos tirar. Pelo contrário, vamos comprar mais uma para receber você”.
Os símbolos religiosos - Crucifixo, quadros, imagens... - ajudam-nos a seguirmos o Evangelho, pois nos lembram pessoas que são para nós um modelo, uma luz. Nós gostamos de carregar fotografias das pessoas que amamos.
O bezerro de ouro (Êx 32,1-5) foi feito para representar a força de Deus que tirou o povo do Egito. Até aí não havia nada de errado. O que Deus reprovou foi quando quiseram colocar o bezerro na frente deles e todo o povo voltar para o Egito. Aí Moisés ficou nervoso e o quebrou em mil pedaços. É Deus que nos conduz, não o contrário.
Inclusive, o povo tinha outra representação da presença de Deus, que era a Arca da Aliança, e esta Deus não reprovava. O próprio ser humano é uma imagem de Deus.
Muitos hoje transformam a Bíblia em um ídolo: Interpretam-na de acordo com os próprios interesses e convidam o povo a ir atrás.
“Salve em santa Imagem, ó grande Rainha, Mãe do Redentor, Mãe de Deus e minha.”
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