Certa vez, Frei Galvão estava pregando numa cidade, e um homem resolveu dar de presente para ele três frangos. Pegou os frangos no seu terreiro e os levou para a casa paroquial, onde o Frei Galvão estava hospedado.
Aconteceu que, ao entregá-los ao Frei, um dos frangos escapou. O homem na hora deu um xingo, dizendo: “Frango do diabo!” Correu, pegou o frango na rua e o trouxe. Mas Frei Galvão falou: “Eu só aceito estes dois. Esse aí não, porque você o deu para o diabo”.
Imagine a lição que o homem levou! Precisamos evitar palavrões. Muitos cristãos, de vez em quando, se esquecem de que foram batizados.
“De vossa boca não saia nenhuma palavra maliciosa, mas somente palavras boas, capazes de edificar e de fazer bem aos ouvintes. Não entristeçais o Espírito Santo” (Ef 4,29-30).
No Batismo, fomos constituídos sacerdotes, profetas e reis. Como profetas, somos chamados a aproximar as pessoas de Deus, não afastá-las. Frei Galvão foi profeta não só para aquele senhor, mas para todos nós que ficamos sabendo do fato.
E, quanto ao testemunho do Evangelho, temos ao mesmo tempo um exemplo e ajuda maravilhosos, em nossa querida Mãe Maria Santíssima. Ela é a mais bela flor que o universo produziu.
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