Certa vez, um jornalista contraiu erisipela. Lutou muito, tomou remédios, passou pomadas, mas não sarava. Ele estava muito preocupado.
Alguém o aconselhou a ir ao Santuário Nacional de Nossa Senhora, em Aparecida. Ele foi.
Participou de tudo: Da Confissão, da Missa, dos cantos, da Comunhão... Gostou muito. Voltou para casa entusiasmado.
Ao chegar, foi logo contando para a esposa, e descrevendo cada coisa que viu. “Valeu a pena”, disse ele. “Estou até pensando em ir com você à Missa no domingo”.
A esposa o interrompeu e perguntou: “E a erisipela?” Ele respondeu: “Ah! A erisipela? Eu pedi sim”.
O que aconteceu com esse jovem senhor foi uma mudança de foco. Antes, a preocupação era a doença; agora, o foco é a vida nova que ele quer levar, mais perto de Deus. A preocupação com a erisipela continua, mas foi para o segundo lugar. Ele deu volta por cima, e essa atitude ajuda na cura física.
Essa mesma mudança de foco acontece com milhões de romeiros que visitam Aparecida, Trindade, Bom Jesus da Lapa, Fátima, Lourdes etc.
Mais que a doença, Deus cura o doente. E isso é o principal, e ajuda na cura da doença.
Vamos aproximar-nos de Deus para pedir o que quisermos, mas com abertura, porque ele também quer nos falar.
Mãe dos doentes, rogai por nós.
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