Certa vez, no final de uma missão, o povo estava entusiasmado com os missionários e as missionárias. Queriam agradecer e aplaudir aqueles homens e mulheres que os fizeram tão felizes, mostrando-lhes o caminho de Deus.
Entretanto, na grande concentração final, só havia um deles em cima do palanque, dirigindo o evento. Onde estão os outros? pensavam as pessoas.
De repente, alguém viu um missionário, justamente o que ficou mais famoso, escondido debaixo do palanque. Admirada, a pessoa lhe perguntou: “O senhor está doente?” Ele respondeu: “Não”. “Então por que não sobe lá em cima?” perguntou a pessoa. “Todos querem vê-lo!”
Na verdade, aquele missionário, e os outros, não quiseram aparecer para não chamar a atenção sobre si, e assim o povo olhasse para a perseverança na nova caminhada.
Maria Santíssima também era humilde. Quando Isabel lhe disse: “Bendita és tu entre as mulheres”, ela respondeu: “A minha alma engrandece o Senhor... porque ele fez maravilhas” (Lc 1,42-48). Nas horas em que Jesus era ovacionado, ela não aparecia em destaque. Mas na hora difícil e humilhante da cruz, Maria estava de pé, junto ao Filho. Que aprendamos a lição.
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