Certa vez, um grupo de jovens foi visitar um mosteiro. Foram muito bem recebidos pelos monges, e um deles foi mostrar-lhes o mosteiro.
Viram a capela, a biblioteca, o refeitório, a sala de recreio, entraram em um quarto...
Depois que andaram pela casa, saíram para o quintal. Numa varanda, viram um monge cuidando de bananas. Este monge resolveu dar para os jovens uma mensagem.
Pegou uma banana podre e disse: “Esta não serve para comer. Vamos jogá-la fora”. E jogou a banana podre no lixo.
Depois pegou um cacho de bananas verdes e disse: “Estas bananas estão verdes. Ainda não chegou o tempo delas. Por isso vamos guardá-las”. E guardou o cacho.
Em seguida, pegou uma penca de bananas maduras, e explicou: “Estas sim, estão maduras. Agora é o tempo delas. Por isso vamos comê-las”. E distribuiu as gostosas bananas para os jovens.
Aquele monge passou para aqueles moços e moças uma grande mensagem. Quem vive preocupado com o passado, está comendo bananas podres. Faz mal.
Quem vive preocupado com o futuro, está comendo bananas verdes. Também faz mal.
É o tempo presente, simbolizado nas bananas maduras, que está nas nossas mãos. A dedicação ao tempo presente constrói o mundo e é saudável, não faz mal.
Cada dia que amanhece é um novo presente que Deus nos dá. Cabe a nós agradecer-lhe com a nossa vida, dizendo “sim”, e viver este “sim” até o fim do dia.
Maria Santíssima disse “sim” para Deus, desde a sua concepção. E o manteve tão bem que Deus a tomou para si em corpo e alma. Maria do “sim”, rogai por nós.
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