Certa vez, estava havendo, em uma região, muitas injustiças cometidas pelos grandes contra os pequenos.
Então o grupo de jovens da Paróquia criou uma encenação, a fim de despertar a consciência crítica da Comunidade. O jogral não tinha palavras, só gestos.
Quando se abriram as cortinas, várias pessoas, com trajes muito pobres, estavam deitadas no chão, espalhadas pelo palco. O ambiente era de fome, miséria e penúria.
Logo entra no palco um homem carregando um pão bengala, dentro de um saco plástico transparente. Os pobres estendiam a mão, pedindo um pedaço de pão, mas ele não dava. Por gestos, dizia que quem quisesse, que fosse trabalhar, como ele trabalhou... E andava no meio dos famintos, ostentando o pão.
De repente, um dos pobres levantou-se e começou a cochichar nos ouvidos dos outros. Todos foram se levantando. O homem que tinha o pão ficou apavorado. Em pouco tempo, os pobres se uniram e fizeram um círculo em volta do homem. Ele tentava sair, mas não era mais possível, pois o círculo estava fechado.
Então, aquele mesmo líder que falara nos ouvidos dos colegas deu uns passos firmas até o homem, pegou de suas mãos o pão e o repartiu para os companheiros. No fim, deu também um pedaço para o homem que entrara com o pão. Todos comeram com alegria. E a plateia aplaudiu longamente a encenação.
Este jogral foi bem mais brando que o hino Magnificat, pois lá os ricos são despedidos de mãos vazias, e aqui não, o rico também recebeu uma parte da riqueza.
Povo unido jamais será vencido. Jesus pensou também nisso, ao fundar para nós a Igreja.
Nós fomos gerados duas vezes: Para a vida humana e para a vida divina. E neste segunda geração Maria participou diretamente como Mãe.
Boleto
Carregando ...
Reportar erro!
Comunique-nos sobre qualquer erro de digitação, língua portuguesa, ou de uma informação equivocada que você possa ter encontrado nesta página:
Carregando ...
Os comentários e avaliações são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do site.