Certa vez, uma família fez um passeio de três dias a um lugar muito bonito, a fim de conhecer as paisagens e obras de arte. Eram o pai, a mãe e um garoto adolescente. Prepararam-se, inclusive financeiramente, durante dois meses.
Lá, o menino não saia do celular, ouvindo música ou navegando na internet. E os pais tiravam fotos o tempo todo. Assim, viram as belezas apenas superficialmente e não as contemplaram.
Faltava, nesta família, algo essencial na vida: Viver o agora, o tempo presente. Quem se apega ao passado, ou ao futuro, apenas vegeta, passa pela vida e não vive.
O passado já está nas mãos de Deus. Para nós, ele é algo irreal. Também o futuro, pois ainda não chegou às nossas mãos. Viver no passado ou no futuro é como estar morto.
Claro que houve coisas maravilhosas no nosso passado, que nos deixaram lições para a vida. Mas não é real, já foi. Também devemos planejar o futuro, mas este ainda não chegou, portanto é apenas uma noção na nossa cabeça. E enquanto vivermos no futuro ou no passado, não estaremos agora, não estaremos aqui.
Estamos neste mundo como em um mar revolto. Maria, nossa Mãe, é ao mesmo tempo o estrela do mar e o carinhoso apoio na luta.
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