Havia, certa vez, uma casa que tinha um quarto chamado quarto dos espelhos. As paredes eram todas revestidas de espelhos, do piso até o teto. As crianças gostavam de levar cães para esse quarto. Alguns abanavam o rabo e até brincavam com o colega do outro lado.
Mas a maioria, ao ver cães dos quatro lados, ficavam bravos. Os “colegas” também ficavam, pronto. O animal acabava batendo o focinho nos espelhos.
Quem vive na verdade, não tem medo de olhar de frente para si mesmo. Essas pessoas gostam do silêncio e da contemplação, porque assim podem interiorizar-se.
A alma transparente manifesta-se em um olhar tranquilo, um rosto sereno e um sorriso aberto, irradiando paz e felicidade.
Maria Santíssima era totalmente “sim”. Peçamos a ela que nos ajude a amar a verdade e sempre honrar a nossa palavra dada. Maria do “sim”, rogai por nós.
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