Certa vez, um rapaz estava andando em um pasto com capim alto e, por descuido, caiu dentro de uma cisterna velha. Como a cisterna era funda, ele não conseguiu sair. Ficou lá dentro, com água até a cintura. O jeito foi dar uns gritos, pedindo socorro.
Outro rapaz que passava numa estrada perto, ouviu os gritos e foi até o local. Ao ver o moço lá embaixo, começou a dar-lhe uns conselhos e repreensões: “Onde já se viu! Desse jeito aí, dentro dessa água poluída, você pode pegar uma doença! Precisa tomar mais cuidado!...”
O outro gritou lá de baixo: “Companheiro, eu já sei tudo isso que você está falando. O problema é que eu não consigo sair daqui! Veja se arruma uma corda e jogue a ponta dela aqui embaixo, para que eu possa subir!”
Esse fato nos trás uma lição. Se chegarmos, por exemplo, para um jovem drogado e ficarmos falando para ele sobre os males que a droga causa, é a mesma coisa. As palavras são importantes, mas elas precisam ser acompanhadas de ações.
Existem dois tipos de cristãos: os que só falam, apontando os erros, e os que jogam cordas, isto é, apresentam meios para as pessoas caminharem e serem felizes.
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