O Pe. Feijó nasceu em S. Paulo, em 1784. Era um padre dinâmico e culto. No tempo da infância do imperador D. Pedro II, alguém devia fazer as vezes dele, na condução do império do Brasil. O consenso voltou-se para o Pe. Feijó, simples, autêntico, abnegado e eficiente. Ele deixou então a sua paróquia e assumiu o governo do Brasil, de 1835 a 1837, com o nome de Regente Feijó.
Governou pouco, porque os desafios eram muito grandes e superavam a sua capacidade para isso. Mas o bonito foi que ele entrou pobre e saiu pobre. Terminada a sua missão política, voltou humildemente a assumir a sua paróquia.
O Brasil continua precisando de cidadãos e cidadãs como o Pe. Feijó. A tarefa não é pesada como foi a dele. É simples, começa com o nosso voto, consciente, precedido de muita oração. Isso porque está em jogo o futuro da nossa querida Pátria.
Política não é sujeira. Se é, não devia ser, e isso depende de nós. Compensa dedicar-nos ao bem comum, mesmo que tenhamos de deixar, por um tempo, os nossos afazeres diários.
Maria Santíssima, mesmo se sentindo indigna, não recusou a missão que Deus lhe confiou, porque amava muito a Deus, e quem ama a Deus sente-se seguro em qualquer situação. Rainha do Brasil e do universo, rogai por nós.
Boleto
Carregando ...
Reportar erro!
Comunique-nos sobre qualquer erro de digitação, língua portuguesa, ou de uma informação equivocada que você possa ter encontrado nesta página:
Carregando ...
Os comentários e avaliações são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do site.