Certa vez, a onça e o sapo brigaram. Cheia de raiva, a onça pegou o sapo por uma das perninhas, a fim de lhe dar um castigo.
O sapo suplicou: “Dona onça, eu não sei nadar. Por favor, não me jogue naquele lago! Jogue-me nesta pedra!” A onça, mais que depressa, atirou o sapo bem no meio do lago.
Muitas vezes, o mal que as pessoas nos fazem são, na verdade, um bem para nós. “Tudo concorre para o bem daqueles que amam a Deus” (Rm 8,28).
“Os filhos deste mundo são mais espertos, em seus negócios, do que os filhos da luz” (Lc 16,8). Deus quer que invertamos e sejamos mais espertos que os malvados, que Jesus chama de “filhos deste mundo”.
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